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Review | Humans – Episódio 3.02

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Pois é lindxs, quem levou porrada foi a Agnes (Holly Earl)… O episódio anterior de “Humans” acabou com Agnes enfrentando os policiais que invadiram o local em que ela e os demais sintéticos vivem. Quando ela toma essa decisão, ela coloca todos os synths em risco. Então, Max (Ivanno Jeremiah) toma a frente e a detém de maneira abrupta, o que deixa a mesma furiosa. Mais uma vez, ele diz aos policiais que eles irão colaborar e responder todas as exigências que fizeram.

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Enquanto Max tenta salvar a vida dos sintéticos, Mattie (Lucy Carless) e Niska (Emily Berrington) tentam salvar a vida de Leo (Colin Morgan), que respira com dificuldades após o personagem de Jeremiah ter tirado as baterias da máquina que o ajudava, para salvar a vida de uma inteligência. Por fim, Leo consegue sobreviver e os policiais que ameaçavam os synths vão embora.

Do outro lado da Inglaterra, Laura (Katherine Parkinson) ganha um sintético de olhos laranjas para auxiliá-la. Então descobrimos que ela aceitou o convite de participar da comissão Dryden, que será responsável para criar estratégias para solucionar os problemas relacionados aos synths com consciência. Ela tenta devolver o sintético, porém possuir um synth é uma das exigências para participar da comissão. Apesar de relutar, ela acaba aceitando ficar com ele por acreditar que fazer parte da comissão poderá fazer alguma diferença.

A presença do synth deixa Laura desconfortável, porque como pode ela, defensora dos direitos dos sintéticos, possuir um synth doméstico que trabalha para ela sem questionar suas ordens. Porém, durante o episódio ela vai descobrindo que ele poderá ser útil.

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Em meio a protestos, ela (Laura) percebe que não será fácil convencer a todos que os sintéticos precisam ser tratados com igualdade e respeito. Além disso, ela precisará aprender e se adaptar ao mundo da política, para poder alcançar seu objetivo: fazer com os synths adquiram direitos!

Max, Niska, Mia (Gemma Chan) e os demais sintéticos tentam se recuperar após a ação surpresa dos policiais e acabam descobrindo porque os agentes desistiram de questioná-los. A verdade é que, longe dali, há sintéticos suspeitos que poderiam ser os responsáveis pela bomba no bar, que matou synths e feriu Astrid (Bella Dayne).

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Mia por compaixão decidi ir ajudá-los, enquanto Niska vai com ela para buscar respostas que a levem até aqueles que machucaram a personagem de Dayne. Apesar de Max discordar de ir em busca dos sintéticos, Mia e Niska o ignoram e partem. Durante a viagem, ela (Niska) decide ligar para Astrid para checar como ela está, entre “I love you” e “Ich habe dich lieb”, a sintética que está ferida pede-a para não ir em busca de vingança, mas nossa synth pistola favorita ignora tal pedido e segue em busca de respostas.

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Apesar das nossas sintéticas queridas estarem a caminho da praia, essa viagem não será nem um pouco divertida. Mia conta a Niska que o código de consciência sumiu após sua liberação, impossibilitando que eles deem consciência a novos synths. Além disso, Mia finalmente se abre, e conta sobre seu romance e a traição de Ed (Sam Palladio).

Laura comparece a primeira reunião da comissão e percebe que não será fácil convencer o governo para criar ações que beneficiem os synths. Durante as discussões, o Dr. Neil Sommer (Mark Bonnar) apresenta dados de suas pesquisas sobre o efeito da violência dos sintéticos em crianças. Ele expõe que a constante agressão aos mesmos em frente de infantos pode criar efeitos negativos neles. Apesar de ser um cientista conceituado, ele, assim como Laura, é ignorado. Ao perceber que os estudos de Dr. Sommer podem a ajudá-la, ela decide aproximar-se, e talvez ela não tenha ganho apenas um aliado, como um possível interesse amoroso também.

Niska e Mia chegam até a localização em que os syhtns que precisavam de ajuda estão escondidos. Ao perceber que há policiais cercando a área, Mia pede que Niska e os demais sintéticos se escondam. É nesse momento que Niska aproveita para interrogá-los sobre a explosão ao bar. Ela não só descobre que havia um synth que estava em busca do grupo responsável pelos protestos radicais para se filiar a causa, como também sua possível localização.

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Depois de um dia conturbado, Laura decide sair com os filhos para passear e tentar esquecer essa guerra entre humanos e sintéticos, porém o passeio não sai como planejado. Ela e sua família sofrem um ataque de um casal que é contrário as ideias de Laura, e ela percebe que sua nova função pode ser prejudicial para sua família.

Enquanto a família Hawkins se recupera do recente ataque, Joe (Tom Goodman-Hill) percebe que Waltringhan não é 100% livre de Synths. Durante uma de suas entregas, Joe vê Karen (Ruth Bradley) e Sam (Billy Jenkins) andando pelas ruas, e decide segui-los. A priori, ele acredita que Karen havia sequestrado Sam, mas então ela revela que ele é um dos protótipos que a Qualia havia criado, sendo tão sintético quanto ela.

Agnes continua questionando a liderança de Max, chegando a ameaçá-lo. Não satisfeita , a ruivinha furiosa quer saber também porque Mattie continua morando com eles e porque os sintéticos não tem acesso a certas áreas do abrigo. Devido as constantes pressões de Agnes, Max prepara um plano de fuga para Leo e Mattie. Enquanto isso, Niska se despede de Mia e decide seguir seu caminho sozinha em busca de respostas.

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Mais um vez, Niska, Leo, Max e Mia encontram-se separados… o que será deles? Será que Leo está a salvo? Será que Agnes continuará a questionar as decisões de Max? Joe guardará o segredo de Karen? E Niska, será que ela terá sua vingança?

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

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Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

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Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

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“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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Bombando