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Review | Humans – Episódio 3.08 [Season Finale]

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Depois de muita procura, Niska (Emily Berrington) finalmente encontra o synth que dorme. O sintético que externamente se parece com Odi (Will Tudor), se apresenta como V. Para quem não lembra, V era o programa de inteligência artificial criado pela Dra. Athena Morrow (Carrie-Anne Moss) na segunda temporada. Acontece que o Day Zero permitiu que V evoluísse e se conectasse com os demais synths. Com sua nova condição V começou a enviar sinais para que Niska o encontrasse.

Review | Humans – Episódio 3.07

Neha (Thusitha Jayasundera) ajuda Laura (Katherine Parkinson) a encontrar Mia (Gemma Chan), para que assim ela possa explicar do que se trata a Operação Basswood. Neha por ser parte integrante da Comissão, utiliza sua posição para adquirir provas para desmascarar o governo. Enquanto a personagem de Jayasundera junta provas, Mia corre contra o tempo para alertar seus irmãos sobre a operação.

Niska continua intrigada sobre V, e continua a questioná-lo. Ele assume que foi responsável pelo desaparecimento do código de consciência. Ela fica furiosa com a revelação, pois acreditava que o código era a única maneira de manter os sintéticos vivos. Porém, ele acredita que os mesmos devem perdurar, só que de maneira distinta.

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Neha acaba sendo presa, quando descobrem que ela juntava provas para incriminar o governo, e Mia salva seus irmãos e irmãs dos picos de energia, no entanto, não consegue salvar a si e os demais dos grupos anti-synths.

Arrependido de suas ações, Neil (Mark Bonnar) decide se juntar a Laura e entrega o documento com as diretrizes da Operação Basswood. Como alguém de alta visibilidade, Laura decide ir até a imprensa e expor a operação.

Enquanto isso, Mia e os demais sintéticos enfrentam os grupos anti-synths. Em um ato de compaixão, Mia estende a mão para um dos homens e é atacada impiedosamente pelos demais, levando a sua morte.

A morte da mesma tem um resultado inesperado, diversas marchas começam a surgir em diferentes lugares da Inglaterra em prol dos sintéticos e em memória de Mia. É como V diz, ela teve um papel importante, iniciou a revolução e agora cabe a Niska que a lidere. Então, a sintética finalmente aceita o seu destino e V a presenteia com conhecimento, fazendo com que a mesma evolua.

LesB Indica | Leah fora de sintonia: a representatividade da bissexualidade na literatura

Neil e Laura são presos pelo crime de traição a Rainha, e Mattie (Lucy Carless), na tentativa de soltar sua mãe, vai até Lorde Dryen (Matthew Marsh) com todas as provas que a incriminam dos acontecimentos do Day Zero. Porém, Niska a impede e conta a ela que a criança que carrega é especial, uma nova espécie que foi concebida através da união de synths e humanos, ela é o próximo passo da evolução.

A morte de Mia foi um mal necessário, porque até então a grande população não simpatizava com os sintéticos. Como foi televisionada, fez com que humanos percebessem o quão cruéis estavam sendo. O mais interessante é que a Operação Basswood, que foi elaborada para demonizar os sintéticos, acabou os humanizando. E Niska, que até então era catalisadora, agora se torna pacificadora e responsável por liderar os synths nessa nova fase. Estou curiosa para ver os desdobramentos na próxima temporada e onde iremos ser levados. E vocês, o que esperam da próxima etapa?

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

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Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

LesB Saúde | A solidão de mulheres sáficas

Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

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“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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Bombando