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LesB Indica | The Originals – uma série sobre família e redenção

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Criada por Julie Plec, “The Originals” é um spin-off do drama adolescente “The Vampire Diaries”. Lançada em 2013, a série se passa em New Orleans e é centrada na vida dos irmãos vampiros originais: Klaus Mikaelson (Joseph Morgan), Elijah Mikaelson (Daniel Gillies) e Rebekah Mikaelson (Claire Holt).

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Mesmo que a produção só foque na vida de Klaus, Elijah e Rebekah, os outros familiares Mikaelson fazem participações especiais ao longo das temporadas. Os vampiros originais foram criados em torno do século 11 e são conhecidos por serem os primeiros da espécie, o que os tornam os mais velhos, poderosos e mais fortes do mundo.

A história da primeira temporada de “The Originals” é voltada para Klaus, um híbrido original (vampiro e lobisomen), e sua recente descoberta que Hayley Marshall (Phoebe Tonkin) está grávida de sua filha no meio de uma guerra entre vampiros e bruxas. Desta forma, ele retorna a New Orleans com a crença que retomará seu controle que, atualmente, está nas mãos de seu filho adotivo, Marcel Gerard (Charles Michael Davis).

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A partir da segunda temporada, Freya Mikaelson (Riley Voelkel) é introduzida na história. Ela é uma poderosa bruxa que foi prometida a irmã da sua mãe, Dahlia (Claudia Black), ainda antes de nascer. Sua tia a levou como forma de pagamento por realizar um feitiço de fertilidade usando magia negra para que sua mãe Esther (Alice Evans) conseguisse gerar filhos. Sendo assim, seus irmãos acreditavam que a primogênita havia morrido.

Séculos mais tarde, ela consegue escapar da prisão de sua tia e reencontra seus irmãos. Entretanto, Klaus, que possui problemas de confiança, tem dificuldades de inserir totalmente sua irmã na família e só após algum tempo e muitas provações que Freya finalmente é considerada parte dos Mikaelsons.

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“The Originals” é uma série que apresenta uma família obstinada a se protegerem e permanecerem juntos a qualquer custo (a conhecida frase “Always and Forever”). Além disso, diferente da sua antecessora “The Vampire Diaries” e sua sucessora “Legacies”, a produção tem um aspecto mais sombrio e é voltada para um público mais “adulto”.

A produção que só teve cinco temporadas retratou questões familiares, personagens femininas fortes e representatividade LGBTQIA+ de forma exemplar. O desenvolvimento do relacionamento de Freya com Keelin (Christina Moses) foi cuidadosa e transformada de “inimigas à amantes” gradativamente, fazendo com que o público se apegasse e torcesse pelo casal.

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A série está disponível no serviço de streaming da Globoplay.

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

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Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

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Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

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“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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