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5 Personagens Femininas LGBTQ+ Mais Nerds da TV

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O dia 25 de maio foi instituído como o Dia do Orgulho Nerd e não é de hoje que nós, mulheres, somos constantemente oprimidas neste universo. Não importa se você é gamer ou fã de quadrinhos, em algum momento você será questionada sobre suas habilidades e conhecimentos. Pensando nisso, nós fizemos uma pequena lista de personagens femininas nerds e LGBTQ+, que através de suas histórias nos dão forças para continuar enfrentando esses vilões.

Willow Rosenberg (Alyson Hanningan) – “Buffy, a Caça-Vampiros”

Willow (Alyson Hanningan) é uma das principais personagens de “Buffy, a Caça-Vampiros” e é apresentada como uma tímida nerd interessada em tecnologia e computação. Ao passar dos episódios, Willow descobre que possui talentos para a magia e se torna uma grande bruxa capaz de realizar enormes feitos a pessoas a sua volta e até mesmo ao redor do mundo. Em 2007, o site AOL a nomeou uma das maiores bruxas da história da televisão, ficando atrás de Samantha Stephens (Elizabeth Montgomery), “A Feiticeira”.

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Por ser brilhante, Willow é aceita em Havard, Oxford e Yale, mas decide permanecer em Sunnydale para ajudar a amiga, Buffy (Sarah Michelle Gellar). Episódio a episódio, ela mergulha nos livros de feitiços e se torna uma das bruxas mais poderosas, inclusive, foi capaz de despertar diversas caçadoras de vampiros no fim da série.

Laura Hollis (Elise Bauman) – “Carmilla”

Dona de expressões como “Holy Hufflepuff!”, Laura Hollis (Elise Bauman), da websérie “Carmilla”, é uma grande fã de “Doctor Who”, que entre as maratonas de séries consegue se meter em confusões apocalípticas que deixam a namorada Carmilla (Natasha Negovanlis) realmente preocupada.

Filha de um pai super protetor, Laura é aluna da Universidade de Silas e que a partir do sumiço da colega de quarto, decide ir em busca de pistas para encontrá-la. Ela junta todo o conhecimento que adquiriu assistindo “Veronica Mars”, e dirige-se em achar algum rastro que a leve até o paradeiro de Betty (Grace Glowicki). Por fim, ela acaba encontrando deuses, vampiros, virgens sendo sacrificadas e o amor de sua vida, Carmilla.

Cosima Niehaus (Tatiana Maslany) – “Orphan Black”

Cosima Niehaus (Tatiana Maslany) é baseada na consultora de ciências da série “Orphan Black”Cosima Herter. Além de compartilharem o mesmo nome, elas também possuem em comum o amor pela ciência. Apesar de amar o que faz, a doutoranda abandona o curso em Biologia Experimental Evolucionária do Desenvolvimento para ajudar as sestras. 

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Entre tapas e beijos com a Dra. Delphine Cormier (Evelyne Brochu) e as experiências no laboratório, Cosima sempre arruma um tempo para jogar RPG com seu amigo Scott (Josh Vokey). Além disso, ela passa a maior parte do tempo em um laboratório super secreto embaixo de uma loja de HQs, tudo isto para encontrar a cura para a doença que afeta a ela e aos demais clones. Mas que no fim, deixa de ser um problema, porque finalmente ela termina seu dever de casa e encontra uma maneira de salvar as Ledas e a si mesma.

Lauren Lewis (Zoie Palmer) – “Lost Girl”

Temos aqui outra cientista que dedicou sua vida a ciência. Ao invés de clones, Dra. Lauren Lewis (Zoie Palmer) estuda a biologia dos Faes, seres sobrenaturais que existem secretamente no mundo dos homens. E é devido aos conhecimentos sobre tais seres, que ela encontra Bo Dennis (Anna Silk). Desde então, Lauren ajuda Bo a compreender melhor sua natureza através de estudos práticos que envolvem flertes e beijos.

Nomi Marks (Jamie Clayton) – “Sense8”

Nomi Marks (Jaime Clayton) é uma ativista política e hacker que dedica sua vida a lutar contra aqueles que negam e inviabilizam sua existência. Integrante do cluster mais topper deste planetinha, ela utiliza as habilidades como hacker para ajudar os sensates a completar os planos para fugir dos Whispers (Terrence Mann). Além dos talentos para computação, Nomi também tem discursos que nos emocionam. Como esquecer quando ela disse ao Lito (Miguel Ángel Silvestre) a frase: “A verdadeira violência, a violência que percebi que era imperdoável, é a violência que cometemos contra nós mesmos, quando temos medo de ser quem realmente somos.”

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Além das personagens acima, existem outras nerds que amamos como Elena Alavarez (Isabella Gomez) de “One Day at a Time”, Root (Amy Acker) de “Person of Interest”, Waverly Earp (Dominique Provost-Chalkley) de “Wynonna Earp”, Amy (Rita Volk) de “Faking It”… Ah! Contem aí com qual ou quais personagens vocês se identificam. Eu sou algo entre Laura Hollis e Elena Avarez, e vocês?

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

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“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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