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Visibilidade Lésbica | 20 personagens lésbicas das séries de TV e streaming

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No dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica no Brasil, então, para celebrar, reunimos 20 personagens lésbicas de séries de tv e streaming de temporadas lançadas entre 2020 e 2021. Confira!

A ausência da letra L nas webséries

  1. Ryan – “Batwoman”

Ryan Wilder (Javicia Leslie), nova protagonista de “Batwoman”, assumiu o manto de Batwoman, após Kate Kane (Ruby Rose) ter desaparecido. Batalhadora, destemida e determinada, a personagem, com desejo de vingar a morte da mãe adotiva e sua paixão por justiça, se torna a nova protetora da cidade de Gotham.

 

 

  1. Raelle – “Motherland: Fort Salem”

Raelle Collar (Taylor Hickson) é uma das personagens principais de “Motherland: Fort Salem”. Teimosa e com grandes problemas de autoridade, Raelle é uma recruta recente no exército feiticeiro. Em seu primeiro dia de treinamento, conhece Scylla Ramshorn (Amalia Holm Bjelke), outra bruxa, por quem desenvolve sentimentos e posteriormente, se relaciona.

 

 

  1. Fabiola – “Eu Nunca…”

Fabiola Torres (Lee Rodriguez) é uma das personagens secundárias da série “Eu Nunca…”. Desajeitada, nerd e apaixonada por robótica, na produção a observamos lidar com situações de gay panic, referências a cultura pop que ela desconhece completamente e seus sentimentos pela Eve (Christina Kartchner), sua crush.

 

 

  1. Wendy – “Sky Rojo”

Impetuosa, decidida e desafiadora, Wendy (Lali Espósito) é uma das protagonistas da série “Sky Rojo”. Decidida a mudar de vida, se submete a um sistema de prostituição, e ao lado de Coral (Verónica Sánchez) e Gina (Yany Prado), foge em busca da liberdade ao descobrir que, na verdade, se meteu em uma rede criminosa de sequestro.

 

 

  1. Monet – “Gossip Girl (2021)”

Ambiciosa, astuta e manipuladora, Monet de Han (Savannah Lee Smith) é uma das personagens regulares do reboot de “Gossip Girl (2021). Conhecida por ser especialista em mídia social, ela gerencia as redes sociais da influencer Julien Calloway (Jordan Alexander) e adora elaborar planos com condutas questionáveis para subir a escada social. A série ainda se encontra na primeira temporada, então a personagem ainda não tem muita história, mas tem potencial.

 

  1. Izzie – “Atypical”

Retratada como uma garota problemática, Izzie Taylor (Fivel Stewart) dividiu opiniões na série “Atypical”. A garota tem uma relação conturbada com sua mãe, o que muitas vezes a torna uma adolescente fria e incompreendida, no entanto, Izzie é uma garota amorosa e luta pelas coisas em que acredita. De melhores amigas à namorada, ela desenvolveu um relacionamento com Casey (Brigette Lundy-Paine).

 

  1. Mouse – “Big Shot: Treinador de Elite”

Carolyn Smith (Tisha Custodio), conhecida como Mouse, é uma das personagens principais da série “Big Shot: Treinador de Elite”. Armadora do time de basquete da Escola Westbook, a adolescente é inteligente, leal e gentil. Na primeira temporada, a garota protagoniza cenas fofas de primeiro amor com Harper Schapira (Darcy Rose Byrnes).

 

 

  1. Beatrice – “Warrior Nun”

Engenhosa, honesta e confiável, Beatrice (Kristina Tonteri-Young) é uma guerreira que foi enviada para uma escola católica quando não atendeu às expectativas da sua família. Uma das personagens principais de “Warrior Nun”, a garota desenvolve sentimentos por Ava Silva (Alba Baptista).

 

 

  1. Flor – “Minas do Hóquei”

Recentemente chegada da Argentina, Flor (Asia Ortega) ingressa no time de hóquei do Clube Pati Minerva e tem dificuldades de adaptação devido ao seu relacionamento com uma garota da sua cidade natal. Apesar disso, sua grande paixão pelo esporte a faz criar raízes e fazer amizade com as outras meninas da equipe. Romântica, competitiva e solitária, Flor é uma das personagens principais de “Minas do Hóquei”.

 

  1. Dani – “A Maldição da Mansão Bly”

Doce e altruísta, Dani Clayton (Victoria Pedretti) é a protagonista de “A Maldição da Mansão Bly”. Ela é uma professora norte-americana, que se muda para Inglaterra e se torna au-pair de dois órfãos, que vivem numa mansão afastada da cidade grande. Na mansão, vivencia situações assustadoras, ao mesmo tempo em que desenvolve sentimentos pela jardineira, Jamie (Amelia Eve).

 

 

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  1. Amity – “A Casa Coruja”

Personagem coadjuvante de “A Casa Coruja”, Amity (Mae Whitman) frequenta uma escola de magia e se orgulha de ser “a melhor aluna”. Primeiro descrita como uma possível antagonista, a personagem, na verdade, é honrada e esforçada. Amity tem como interesse amoroso a protagonista Luz (Sarah Nicole-Robles).

 

 

  1. Maxine – “Ginny e Georgia”

Divertida, animada e amorosa, Maxine (Sara Waisglass) é a melhor amiga de Ginny Miller (Antonia Gentry), em “Ginny e Georgia”. A narrativa da personagem foge do padrão de descoberta da sexualidade, e na primeira temporada, é explorado histórias relacionadas as “primeiras vezes” que é tão comum na vida de adolescentes. Seu interesse amoroso é Sophie Sanchez (Humberly González).

 

 

  1. Toni – “The Wilds”

Conhecida como uma lésbica com sérios problemas de agressividade, Toni (Erana James) é uma das personagens principais de “The Wilds”. Apesar dessa fama, a garota tem um grande coração e uma lealdade feroz a sua melhor amiga Martha (Jenna Clause). Ela e mais oito adolescentes, quando estavam a caminho de um retiro no Havaí, caem em uma ilha no meio do nada e a partir desse momento, precisam fazer de tudo para conseguir sobreviver.

 

  1. Kirt – “Betty”

Ambientada em Nova York, “Betty” acompanha skatistas em uma jornada de luta para que as mulheres se sintam confortáveis nas pistas de skates da cidade. Kirt (Nina Moran), conhecida pelo seu humor ácido e visão otimista, crava uma batalha contra o privilégio branco e conquista devido ao seu charme excêntrico. Ela é uma das personagens principais da série.

 

 

  1. Elodie – “Gatunas”

Após perder sua mãe em um acidente, Elodie (Brianna Hildebrand) se vê obrigada a mudar sua vida inteira para morar com seu pai em outra cidade. Recém-chegada, ela tem dificuldades de adaptação até conhecer Tabitha (Quintessa Swindell) e Moe (Kiana Madeira) nos encontros dos Cleptomaníacos Anônimos. Elodie é uma das personagens principais do drama adolescente, “Gatunas”.

 

 

  1. April – “Caçadoras de Recompensas”

April Stevens (Devon Hales) é uma personagem regular na série “Caçadoras de Recompensas”. A garota vive em um ambiente extremamente conservador, o que a impede de se mostrar para o mundo como gostaria. Ótima aluna e destaque na escola, ela passa o tempo todo competindo com sua “arqui-inimiga” Sterling Wesley (Maddie Phillips), quem, posteriormente, se torna seu interesse amoroso.

 

 

  1. Dani – “The L Word: Generation Q”

Poderosa e calculista, Dani (Arienne Mandi) busca com todas as forças equilibrar sua vida pessoal e ambições profissionais. Com problemas familiares, ela constantemente luta para ter um relacionamento significativo com seu pai. Ela é uma das protagonistas de “The L Word: Generation Q”.

 

 

  1. Alex – “Control Z”

Conhecida pelo seu estilo rebelde e jaqueta de couro, Alex (Samantha Acuña) é uma das personagens regulares da série “Control Z”. A garota tem um relacionamento secreto com sua professora Gabriela (Lidia San José), o que a torna um alvo para o hacker que está assombrando todos da escola.

 

 

  1. Tess – “This is Us”

Doce e esperta, Tess Pearson (Eris Baker) é filha de Randall (Sterling K. Brown) e Beth Pearson (Susan Kelechi Watson) na comédia dramática “This is Us”. Ao longo das temporadas, observamos a personagem crescer, lidar com a “saída do armário”, primeiro amor e lutar pelos seus sentimentos dentro da própria casa.

 

 

  1. Mildred – “Ratched”

“Ratched” acompanha a história da enfermeira Mildred Ratched (Sarah Paulson), nos anos 1947, que começa a trabalhar em um renomado hospital psiquiátrico. Focada, persistente e determinada, Mildred se envolve em várias situações obscuras para atingir seu objetivo. Seu interesse amoroso é Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon).

 

 

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E aí, faltou alguém na lista? Comenta aí embaixo qual personagem lésbica está faltando por aqui. =)

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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