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As melhores séries com personagens femininas LGBTQIA+ de 2023 até o momento

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O primeiro semestre terminou e chegou o momento do nosso clássico e querido ranking! É hora de analisar todas as produções com representatividade LGBTQIA+ do ano até o momento e escolher as preferidas da equipe do LesB Out!.

Apesar dos cancelamentos sem fim (incluindo algumas da lista), as personagens sáficas nas séries de TV (e streaming) continuam resistindo e ocupando espaços em todos os gêneros, live action e animações, muitas terminando antes da hora, mas todas ocupando um espaço extremamente importante, com representatividade de qualidade, mostrando diversas vertentes da mulher LGBTQIA+.

LesB Cast | Temporada 3 Episódio 08 – as melhores séries de 2023 até o momento

O streaming continua sendo a nossa principal fonte de produções, dessa vez ocupando sete das dez posições, algo que mostra não apenas a revolução que essas novas plataformas vêm causando na nossa forma de consumir séries de TV, mas também como elas se tornaram uma plataforma para a diversidade, mesmo com os problemas de manter essas produções vivas por muito tempo.

A equipe do LesB Out! selecionou as produções lançadas até junho de 2023 e, através de uma votação interna, fechamos esta lista com as dez melhores séries com personagens femininas LGBTQIA+ de 2023 até o momento.

Confira a lista:

10º: Dois Tempos – 1ª temporada | por Monica Teixeira

“Dois Tempos” é uma série que trabalha com passado e futuro. Primeiro conhecemos Paz (Sol Menezzes), uma influencer que vive em 2022 e está sendo cancelada pelos seus fãs da internet e sente que seu mundo acabou nesse momento. Depois somos apresentadas a Cecília (Mari Oliveira), uma mulher lésbica, escritora, que vive em 1922 e está sendo forçada a casar com um homem. 100 anos separam as duas mulheres, até que, em uma vibe “Se Eu Fosse Você”, as duas acordam com os corpos trocados.

A princípio o mundo em 1922 parece um pesadelo para Paz e o mundo de 2022 parece o paraíso para Cecília, até que as duas notam que não viajaram no tempo à toa e que tem muito mais em comum do que jamais poderiam imaginar, mesmo com 100 anos de diferença. “Dois Tempos” fala sobre feminismo do início ao fim, deixando claro que a força e a união entre mulheres precisam ultrapassar o espaço-tempo.

9º: Daisy Jones and The Six – Minissérie | por Bruna Fentanes

“Daisy Jones and The Six” é uma minissérie baseada no livro de mesmo nome, que retrata a ascensão e queda de uma banda de rock nos anos 1970. A história é apresentada em formato de documentário, revelando os segredos por trás da separação da banda. Os personagens principais, Billy Dunne e Daisy Jones, interpretados por Sam Claflin e Riley Keough, respectivamente, possuem uma química intensa que cativa os espectadores, embora às vezes ofusquem os demais personagens. No entanto, a adaptação expandiu o arco da personagem Simone (Nabiyah Be), melhor amiga de Daisy, proporcionando-lhe um enredo próprio ao retratar sua busca por sucesso na carreira musical enquanto enfrenta os desafios de ser uma mulher negra e sáfica nos anos 1970.

Uma das qualidades da produção é o destaque dado às personagens femininas, que não se rendem às limitações da época e mostram que são merecedoras de seu espaço. Daisy Jones, Camila Dunne (Camila Morrone), Karen Sirko (Suki Waterhouse) e Simone Jackson são personagens que merecem reconhecimento, tanto por suas atuações impecáveis quanto por suas histórias envolventes. “Daisy Jones and The Six” é uma adaptação bem-sucedida, transformando a minissérie em um espetáculo emocionante que cativa o público.

8º: As Five – 2ª temporada | por Gi Moraes

“As Five”, disponível no GloboPlay, continua a história de Benê (Daphne Bozaski), Ellen (Heslaine Vieira), Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti) e Tina (Ana Hikari), cinco amigas que conhecemos em “Malhação: Viva a Diferença“, agora como jovens adultas. Após anos separadas, as amigas se reencontram em uma situação nada agradável, com isso elas voltam a conviver umas com as outras e aprendem a lidar com as novas versões de si mesmas.

O foco da segunda temporada está nas relações amorosas das personagens, o que é estar apaixonada e como lidar com uma relação amorosa. Ellen descobre que também gosta de mulheres quando se apaixona por uma colega de trabalho. Nenhum problema nisso, só que a sua melhor amiga Lica também está apaixonada pela mesma mulher. A série traz a perspectiva dos jovens adultos brasileiros lidando com a transição dessa época da vida. Narrativamente e fotograficamente, a série não tem inovações, mas é gostosa de assistir. A terceira temporada já foi confirmada e está gravada, ainda sem data de estreia confirmada.

7º: A Casa Coruja – 3ª temporada | por Grasielly Sousa

“A Casa Coruja” terminou sua história na terceira temporada, com três episódios especiais de 50 minutos cada, disponíveis no YouTube da conta oficial da Disney Channel. Infelizmente, mais uma produção com protagonista LGBTQIA+ que foi encerrada antes da hora, mas, felizmente, teve tempo suficiente para concluir sua história. E apesar da dificuldade de encerrar uma narrativa antes do momento esperado, Dana Terrace e sua equipe conseguiram fazer um trabalho extraordinário, trazendo todos os elementos que conquistaram os corações dos fãs de forma belíssima.

A animação da Disney se mostrou ser uma produção com uma história complexa, personagens bem desenvolvidos e carismáticos, trazendo temas importantes para serem discutidos por todos: crianças e adultos; como a importância de autoaceitação e do respeito pelo próximo. Além disso, “A Casa Coruja” traz a primeira animação da Disney com uma protagonista bissexual, trazendo Lumity, um relacionamento extremamente bem feito e encantador entre Luz (Sarah-Nicole Robles) e Amity (Mae Whitman). A equipe conseguiu focar nos pontos importantes da trajetória da Luz e trazer uma das melhores temporadas finais do ano.

6º: Com Carinho, Kitty – 1ª temporada | por Bruna Fentanes

“Com Carinho, Kitty” é um spin-off da trilogia “Para Todos os Garotos que Já Amei” que acompanha a história de Kitty Song Covey (Anna Cathcart). Determinada a se conectar com as memórias de sua mãe e se aproximar de seu namorado por correspondência, Dae (Minyeong Choi), Kitty se muda para Seul, onde sua mãe estudou e coincidentemente, Dae estuda. No entanto, Kitty descobre que ele está namorando Yuri (Gia Kim), uma garota que esconde seu relacionamento verdadeiro com outra garota.

A produção é uma dramédia romântica teen com elementos coreanos, que apresenta relacionamentos surgindo e se desfazendo rapidamente, refletindo a jornada de autoconhecimento dos adolescentes. Com duas personagens sáficas no elenco principal, “Com Carinho, Kitty” busca dialogar com o público adolescente, retratando a vivacidade e os conflitos emocionais da juventude. Com seu enredo envolvente e episódios curtos, a série conquista e continua o legado da franquia “Para Todos os Garotos que Já Amei”, enquanto a autora e roteirista, Jenny Han, explora terrenos desconhecidos ao explorar a sexualidade de sua personagem principal de forma cativante e admirável.

5º: A Maravilhosa Sra. Maisel – 5ª temporada | por Karolen Passos

A produção criada por Amy Sherman-Palladino fez seu grand finale este ano, encerrando um ciclo de cinco temporadas sobre a comediante de stand-up Midge Maise (Rachel Brosnahan) e sua agente Susie Myerson (Alex Borstein). Durante este tempo, havia uma dúvida sobre a sexualidade de Susie, algo que foi explorado nesta última temporada e confirmado para o público.

A série teve uma temporada final com mais altos do que baixos, com episódios dignos de indicações ao Emmy e Globo de Ouro, e cenas para rir até a barriga doer ou desidratar de tanto chorar. Por fim, a quinta posição é mais do que merecida para “A Maravilhosa Sra. Maisel”, que entregou momentos espetaculares de representatividade LGBTQIA+.

4º: Grease: Rise of the Pink Ladies – 1ª temporada | por Bruna Fentanes

“Grease: Rise of The Pink Ladies” é uma série de prequel do musical “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”, ambientada em 1954, que explora a origem da gangue das Pink Ladies. A narrativa acompanha Jane (Marisa Davila), que se une a três párias sociais, Olivia (Cheyenne Isabel Wells), Cynthia (Ari Notartomaso) e Nancy (Tricia Fukuhara), no intuito de iniciar uma revolução no Rydell High. Cynthia é uma personagem que foge dos padrões de feminilidade, uma verdadeira moleca que sonha em se juntar aos T-Birds. Durante sua jornada, ela é forçada a participar do grupo de teatro da escola, onde conhece Lydia (Niamh Wilson), uma atriz dedicada. Inicialmente, Lydia desaprova as habilidades artísticas de Cynthia, mas à medida que treinam juntas, sentimentos reais começam a surgir, levando-as a um relacionamento amoroso. A série aborda a descoberta de identidade e sexualidade de Cynthia, que tem um momento sensível de saída do armário ao lado de sua melhor amiga, Nancy.

Embora “Grease: Rise of The Pink Ladies” tenha sido cancelada prematuramente após uma temporada, a série consegue mesclar perfeitamente a década de 1950 com referências modernas da geração Z. É uma produção revigorante que aborda questões como racismo e sexismo, além de proporcionar momentos nostálgicos para os fãs do musical original. Apesar das músicas não serem tão cativantes quanto no musical original, a produção se destaca nos detalhes, nas menções ao filme e na representatividade e diversidade do elenco. Infelizmente, o cancelamento prematuro da série impediu que sua história e as personagens principais, que possuíam grande potencial, fossem mais exploradas. A produção deixou a sensação de que poderia ter se tornado uma narrativa épica, mas infelizmente acabou antes de atingir seu auge.

3º: Harlem– 2ª temporada | por Pollyelly Florêncio

O pódio é muito mais do que merecido para a segunda temporada de “Harlem”. A produção não apenas trata muito bem das questões sáficas que propõe, como também é uma das melhores séries atuais com representação negra. Séries sobre amizade não são incomuns, mas, pela primeira vez, podemos acompanhar uma narrativa sobre amizade e o crescimento de mulheres negras. Com um elenco predominantemente negro e em um ambiente que a todo momento está explorando a cultura negra, o Harlem, o roteiro nos mostra que é possível falar dessas mulheres, de suas individualidades, suas relações, sem cair nos estereótipos que estamos acostumadas, e principalmente, sem ter como tema central o racismo.

“Harlem” é uma série leve e engraçada, que acerta muito no tom e no momento para o humor, ainda assim, não deixa de abordar questões relevantes para o crescimento das personagens, principalmente, nesta segunda temporada, com os problemas psicológicos de Quinn (Grace Beyers) ou a escolha de Camille (Meagan Good) quanto a querer ou não engravidar.

De todos os acertos deste ano, destaque para os arcos de Quinn e Angie (Shoniqua Shandai), que ganharam mais espaço, permitindo que o público conheça as diversas camadas dessas personagens que cresceram muito da primeira temporada para cá, e que foram de longe as duas melhores personagens da temporada.

2º: The Last of Us – 1ª temporada | por Amanda Aldério

Baseada na história dos videogames, a primeira temporada de “The Last of Us” foi lançada pela HBO, sendo aclamada como uma das melhores adaptações e produções do ano. Em resumo, conta a história de um mundo pós-apocalíptico e acompanha a jornada de Joel (Pedro Pascal) atravessando os Estados Unidos para entregar Ellie (Bella Ramsey) para um grupo que tem a intenção de fazer uma vacina e curar o mundo da infecção causada pelo Cordyceps.

Na adaptação, o produtor do jogo e showrunner da série, Neil Druckmann, usou a possibilidade para se aprofundar mais na história de alguns personagens que fizeram parte do jogo. No episódio três, temos isso na história de Bill (Nick Offerman), um homem que se denomina ‘sobrevivencialista’, e Frank (Murray Bartlett), onde eles se conhecem, se apaixonam e vivem uma grande história de amor em meio ao caos do mundo. Um pouco mais à frente, é adaptado também a DLC do jogo, onde vemos a protagonista Ellie interagindo com sua melhor amiga (Storm Reid) por quem ela tem sentimentos românticos.

A série figura entre as melhores, porque além de unir uma história de muito sucesso com uma superprodução, o desenrolar e o aprofundamento mostra e afirma coisas que talvez não estivessem claras, como o próprio relacionamento de Bill e Frank. Ao longo dos episódios, foi sendo mostrado também que é mais do que apenas sobreviver em um mundo caótico, é sobre o que fazer com a sua sobrevivência e o que essa escolha faz com você, o que ela te torna e quais as consequências disso tudo.

1º: Yellowjackets – 2ª temporada | por Karolen Passos

Criada por Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” teve uma primeira temporada triunfal e conseguiu retornar para um segundo ano ainda mais surpreendente. A série, que traz uma equipe de jogadoras de futebol do ensino médio que se tornaram sobreviventes de um acidente de avião nas florestas de Ontário, é de tirar o fôlego em todos os quesitos: atuação, roteiro, direção, arte, trilha sonora, tudo mesmo.

A segunda temporada conseguiu nos surpreender positivamente e ultrapassar as expectativas. Trazendo um clima sombrio, dilacerante e impactante. “Yellowjackets” segue no ranking de uma das melhores produções feitas nesta última década, trilhando um caminho admirável. A produção se consagra no quesito “novo”, já que, quando paramos para analisar, não há nada comparável nos últimos tempos.

Com episódios dignos de aplausos de pé e atuações capazes de ultrapassar qualquer expectativa, a série leva a medalha de ouro e se consagra como a favorita da nossa redação até o momento.


O que vocês acharam do nosso ranking? E para vocês, quais foram as melhores séries do semestre? Comenta aí com a gente!

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5 séries de época com representatividade sáfica para quem ama romances proibidos

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Se você ama séries de época, figurinos impecáveis, sociedades cheias de regras e aqueles romances que parecem ainda mais intensos justamente porque não deveriam acontecer, esta lista é para você. Entre a Madri dos anos 1920, a Londres do século XIX e os Estados Unidos dos anos 1940, existem histórias que colocam relações entre mulheres no centro de suas narrativas.

Selecionamos cinco séries que combinam diferentes períodos históricos com representatividade LGBTQIA+, passando por romances sáficos, personagens queer e histórias que também questionam os papéis impostos às mulheres em suas épocas. E tem de tudo: poesia, telefone, beisebol, aristocracia e muito drama.

1. As Telefonistas

Ambientada em Madri nas décadas de 1920 e 1930, As Telefonistas acompanha quatro mulheres que trabalham em uma companhia telefônica. A produção espanhola mistura drama, relações pessoais e as transformações sociais vividas pelas personagens, além de ser classificada pela Netflix como uma série de época e LGBTQIA+.

Entre as tramas sáficas está a relação entre Carlota (Ana Fernández) e Sara (Ana Polvorosa), que ganha espaço ao longo da história. A série também apresenta uma trajetória de identidade de gênero envolvendo Sara, que posteriormente passa a ser apresentada como Óscar. Por isso, a história das duas deve ser entendida dentro de uma narrativa mais ampla sobre gênero, sexualidade e liberdade.

Para quem gosta de histórias de época com personagens femininas ocupando diferentes espaços e enfrentando as expectativas da sociedade, é uma opção que mistura romance, drama e transformação social.

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2. Dickinson

E se a vida de uma das maiores poetas da literatura ganhasse uma releitura cheia de ousadia? É justamente essa a proposta de Dickinson, série da Apple TV+ protagonizada por Hailee Steinfeld como Emily Dickinson.

Ambientada no século XIX, a produção acompanha Emily enquanto ela enfrenta as limitações impostas pela sociedade e pela própria família. Entre os elementos centrais da narrativa está sua relação com Sue, interpretada por Ella Hunt. A série desenvolve entre as duas um romance sáfico, explorando uma ligação que vai além da amizade.

É uma escolha especialmente interessante para quem gosta de produções de época que não ficam presas a uma representação totalmente convencional do passado. Aqui, a história de Emily ganha uma leitura contemporânea sem abandonar o contexto histórico em que a personagem está inserida.

3. Os Bucaneiros

Em Os Bucaneiros, a Londres da década de 1870 é o cenário para a chegada de jovens americanas enviadas à Inglaterra em busca de casamentos e status social. Inspirada na obra inacabada de Edith Wharton, a série coloca em conflito os costumes americanos e britânicos enquanto suas personagens tentam encontrar seus próprios caminhos.

Entre elas estão Mabel Elmsworth e Honoria Marable, interpretadas por Josie Totah e Mia Threapleton. As duas protagonizam uma relação amorosa sáfica que se desenvolve em meio às regras e expectativas daquele período.

A série também ganhou uma segunda temporada, lançada em 18 de junho de 2025, e foi renovada para terceira temporada. Para quem procura uma produção de época com romances, amizades, rebeldia feminina e uma boa dose de drama social, Os Bucaneiros entra facilmente na lista.

Visibilidade Bissexual | 20 personagens bissexuais das séries de TV e streaming

4. Gentleman Jack

Poucas histórias de época conseguem unir romance e registros históricos de maneira tão direta quanto Gentleman Jack. A produção da BBC/HBO foi criada por Sally Wainwright e é baseada nos diários codificados de Anne Lister, acompanhando sua relação com Ann Walker.

Anne Lister, interpretada por Suranne Jones, e Ann Walker, vivida por Sophie Rundle, tiveram uma relação romântica documentada historicamente. Os registros preservados mostram que a relação entre as duas desafiava as normas sociais do século XIX, enquanto os diários de Lister também registram seus relacionamentos com mulheres.

Na segunda temporada, Anne Lister e Ann Walker passam a viver juntas como esposas. Como a série parte de personagens e acontecimentos históricos documentados, vale lembrar que Gentleman Jack também é uma dramatização: a produção transforma esses registros em uma narrativa televisiva.

5. A League of Their Own

Se você prefere uma série de época que troca os salões aristocráticos por campos de beisebol, A League of Their Own pode ser a escolha certa. Ambientada no contexto do beisebol profissional feminino nos Estados Unidos da década de 1940, a produção acompanha mulheres que buscam construir uma carreira no esporte.

A série amplia a história apresentada pelo filme de 1992 e inclui narrativas LGBTQIA+. Carson Shaw (Abbi Jacobson) desenvolve uma relação com Greta Gill (D’Arcy Carden), enquanto Max Chapman (Chanté Adams) também vive uma trajetória afetiva com mulheres. A sexualidade das personagens aparece ligada aos conflitos e às limitações sociais daquele período.

Há, porém, um detalhe importante para quem pretende começar a série: A League of Their Own foi cancelada após a primeira temporada, depois de uma segunda temporada ter sido inicialmente renovada. Assim, a história disponível termina após esses episódios.

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Qual dessas séries combina mais com você?

Entre romances escondidos, sociedades que impõem regras às mulheres e personagens tentando encontrar liberdade em diferentes períodos históricos, essas cinco produções mostram que histórias sáficas podem aparecer de muitas formas dentro das narrativas de época. As produções listadas passam por contextos completamente diferentes, mas têm em comum personagens femininas que desafiam, de maneiras distintas, aquilo que era esperado delas.

E, para quem já colocou todas essas na lista, fica uma sugestão extra: The Confessions of Frannie Langton, minissérie de época ambientada na Londres georgiana. A produção acompanha Frannie Langton, uma jovem jamaicana que chega a Londres e se envolve com Madame Marguerite Benham enquanto é acusada de assassinato. A história tem quatro episódios e aborda uma relação amorosa entre as duas, além de temas como raça, classe e escravidão.

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Visibilidade Bissexual | 20 personagens bissexuais das séries de TV e streaming

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A bissexualidade também está presente em diferentes gêneros e formatos das séries de TV e streaming. De comédias a dramas, passando por fantasia, ficção científica, animação e produções de ação, existem personagens bissexuais vivendo romances, enfrentando conflitos, salvando o mundo, construindo suas carreiras e, simplesmente, vivendo suas histórias.

Para celebrar a visibilidade bissexual, reunimos 20 mulheres bissexuais de séries de TV e streaming que tiveram temporadas ou episódios lançados depois de 2021. A lista inclui personagens que já fazem parte de histórias conhecidas e outras que podem ser uma boa descoberta para quem procura novas produções para assistir.

Atenção: a lista a seguir contém spoilers sobre relacionamentos e descobertas de sexualidade de algumas personagens.

1. Ava Daniels — Hacks

Inteligente, ambiciosa e com uma personalidade afiada, Ava Daniels (Hannah Einbinder) é uma das roteiristas de “Hacks”. Enquanto tenta construir sua carreira ao lado da lendária comediante Deborah Vance (Jean Smart), Ava também vive diferentes experiências em sua vida pessoal. A produção da Max mistura comédia e drama ao acompanhar a relação profissional e pessoal entre duas gerações diferentes da comédia.

2. Bela Malhotra — A Vida Sexual das Universitárias

Bela Malhotra é uma das estudantes acompanhadas por A Vida Sexual das Universitárias, comédia da Max. Interpretada por Amrit Kaur, a personagem é ambiciosa e sonha em trabalhar com comédia. Sua bissexualidade é explicitamente estabelecida na terceira temporada, lançada em 2024, ampliando também as possibilidades de sua vida afetiva dentro da história.

3. Cruz Manuelos — Special Ops: Lioness

Em “Operação: Lioness”, série de ação e espionagem da Paramount+, Cruz Manuelos é uma fuzileira naval recrutada para o programa Lioness e enviada para uma missão de infiltração. Interpretada por Laysla De Oliveira, a personagem demonstra atração por homens e mulheres e desenvolve um envolvimento romântico com Aaliyah Amrohi (Stephanie Nur) durante a operação. A produção combina ação, espionagem e conflitos pessoais em meio às missões.

4. Shauna Shipman/Sadecki — Yellowjackets

Shauna é uma das sobreviventes do acidente aéreo que deixa uma equipe de futebol perdida na natureza em “Yellowjackets”. A personagem é interpretada por Sophie Nélisse na adolescência e Melanie Lynskey na fase adulta. Casada com Jeff (Warren Kole), Shauna também vive, no passado, um relacionamento com Melissa (Hilary Swank/Jenna Burgess), enquanto sua história afetiva se torna cada vez mais complexa ao longo da série. Na terceira temporada, sua atração por mulheres ganha ainda mais espaço na trama.

5. Lexi Martine — SkyMed

Lexi Martine é uma piloto que trabalha em um serviço de ambulância aérea em SkyMed, drama médico e de emergência canadense. Interpretada por Mercedes Morris, a personagem é bissexual e vive um relacionamento com Stef ao longo da série. A produção acompanha profissionais que trabalham em situações de emergência e precisam lidar com os desafios pessoais e profissionais da rotina.

6. Miranda Hobbes — And Just Like That…

Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) retorna em “And Just Like That…” enfrentando uma fase de grandes mudanças pessoais. Depois de anos de casamento com Steve, ela se envolve com Che Diaz (Sara Ramírez) e começa a explorar uma parte de sua sexualidade que havia deixado de lado. A série acompanha esse processo sem transformar sua descoberta em algo instantâneo: Miranda passa por dúvidas, relações e novas experiências enquanto aprende a compreender melhor sua atração por mulheres.

7. Bradley Jackson — The Morning Show

Determinada, impulsiva e disposta a falar o que pensa, Bradley Jackson (Reese Witherspoon) é uma jornalista e âncora de The Morning Show, drama da Apple TV+. Sua bissexualidade é estabelecida na narrativa, incluindo seu relacionamento com Laura Peterson (Julianna Margulies) e relacionamentos com homens. A série se passa nos bastidores do jornalismo televisivo e também aborda relações de poder, carreira e vida pessoal.

8. Mabel Mora — Only Murders in the Building

Misteriosa, sarcástica e dona de um estilo impossível de ignorar, Mabel Mora (Selena Gomez) é uma das protagonistas de “Only Murders in the Building”. Ao lado de Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short), ela se envolve em uma série de investigações enquanto tenta descobrir mais sobre si mesma e sobre seus relacionamentos. Ao longo da série, Mabel se relaciona com homens e mulheres, incluindo seu romance com Alice Banks (Cara Delevingne), tornando sua bissexualidade parte natural de sua história.

9. Queen Maeve — The Boys

Também conhecida como Maggie Shaw, Queen Maeve é uma das principais super-heroínas de The Boys. Interpretada por Dominique McElligott, a personagem faz parte dos Sete e teve relacionamentos com homens e com Elena (Nicola Correia-Damude), sua ex-namorada. A série da Prime Video mistura ação, super-heróis e sátira para construir uma visão bastante crítica do poder e da indústria de heróis.

10. Vignette Stonemoss — Carnival Row

Vignette Stonemoss é uma fada e integrante de uma comunidade de seres mágicos marginalizados em Carnival Row. Interpretada por Cara Delevingne, a personagem mantém relações com homens e mulheres ao longo da produção. A série da Prime Video combina fantasia e drama em um universo marcado por conflitos entre humanos e criaturas mágicas, e sua segunda e última temporada foi lançada em 2023.

11. Space Beth — Rick and Morty

Space Beth é uma versão de Beth Smith em Rick and Morty, animação adulta que mistura ficção científica e comédia. A personagem é bissexual, assim como sua contraparte Earth Beth, e a sexta temporada, lançada em 2022, explora o relacionamento entre as duas versões de Beth. A produção acompanha as aventuras absurdas de uma família em meio a viagens interdimensionais e situações cada vez mais caóticas.

12. Kitty Song Covey — Com Carinho, Kitty

Romântica, impulsiva e acostumada a tentar juntar outras pessoas, Kitty Song Covey (Anna Cathcart) vai para a Coreia do Sul em “Com Carinho, Kitty” acreditando que finalmente viverá seu romance com Dae. Só que sua experiência em Seul também faz com que ela perceba que seus sentimentos por Yuri (Gia Kim) são mais do que amizade. A série acompanha justamente esse processo de descoberta, enquanto Kitty passa a entender sua bissexualidade sem precisar encontrar todas as respostas imediatamente.

13. Christine Chapel — Star Trek: Strange New Worlds

Christine Chapel é uma enfermeira da USS Enterprise e integrante da equipe médica de Star Trek: Strange New Worlds. Interpretada por Jess Bush, a personagem é bissexual, e a primeira temporada, lançada em 2022, revela que ela já teve relacionamentos com mulheres e homens. A produção da Paramount+ é uma série de ficção científica ambientada no universo de Star Trek e acompanha as aventuras da tripulação da Enterprise.

14. Luz Noceda — The Owl House

Luz Noceda é a protagonista bissexual de The Owl House, série animada de fantasia da Disney Channel. A personagem é uma adolescente dominicana-americana que chega a um mundo mágico e começa a aprender a praticar magia. Sua bissexualidade foi confirmada pela criadora Dana Terrace, e Luz desenvolve um relacionamento romântico com Amity Blight ao longo da história.

15. Vex’ahlia de Rolo — The Legend of Vox Machina

Vex’ahlia de Rolo é uma meia-elfa, arqueira e uma das integrantes do grupo de aventureiros Vox Machina em “The Legend of Vox Machina”. Ao lado de seu irmão gêmeo, Vax’ildan, e dos demais integrantes do grupo, ela se envolve em diferentes missões enquanto enfrenta criaturas, conflitos e ameaças que colocam o mundo mágico em risco.

16. Harley Quinn — Harley Quinn

Harley Quinn é a protagonista da série animada adulta que leva seu nome. Depois de sua separação do Coringa, a personagem constrói uma nova fase da vida e desenvolve seu relacionamento com Poison Ivy. Bissexual, Harley está no centro de uma produção da Max que mistura comédia, ação e super-heróis, com temporadas lançadas depois de 2021, incluindo a terceira em 2022 e a quinta em 2025.

17. Dina — The Last Of Us

Dina (Isabela Merced) é uma das personagens apresentadas na segunda temporada de “The Last of Us”. Conhecida por sua personalidade espontânea e por sua relação com Ellie (Bella Ramsey), ela também possui uma história afetiva que inclui relacionamentos com homens. Bissexual, Dina se torna uma personagem importante na jornada de Ellie em meio ao mundo devastado pela infecção e pelos conflitos entre diferentes grupos.

18. Toni Topaz — Riverdale

Toni Topaz, interpretada por Vanessa Morgan, é uma personagem bissexual de Riverdale. Integrante dos Southside Serpents, ela também atua como conselheira escolar e posteriormente se torna mãe. A série adolescente da The CW mistura drama e mistério e teve temporadas lançadas depois de 2021, incluindo a sexta e a sétima temporadas.

19. Carson Shaw — A League of Their Own

Carson Shaw é uma jogadora de beisebol interpretada por Abbi Jacobson em “A League of Their Own”. Casada com Charlie, ela começa a descobrir sua atração por mulheres depois de entrar para os Rockford Peaches e se envolver com Greta Gill (D’Arcy Carden). A série acompanha esse processo de descoberta enquanto Carson também precisa lidar com as expectativas colocadas sobre as mulheres em uma época em que seguir os próprios desejos nem sempre era uma possibilidade.

20. Ramona Flowers — Scott Pilgrim: A Série

Misteriosa, estilosa e dona de um passado amoroso bastante movimentado, Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead) é uma das protagonistas de “Scott Pilgrim: A Série”. A animação mostra seu relacionamento com Scott Pilgrim, mas também revela seu histórico de relações com outras mulheres, incluindo Roxie Richter. Bissexual, Ramona ganha ainda mais espaço para explorar sua própria história na adaptação da Netflix, que reimagina os acontecimentos dos quadrinhos de uma forma diferente.

Histórias diferentes, personagens diferentes

Uma super-heroína, uma jornalista, uma piloto, uma estudante universitária, uma sobrevivente, uma arqueira, uma adolescente em descoberta e até uma fada. As personagens desta lista mostram que não existe um único jeito de contar histórias sobre mulheres bissexuais. Elas aparecem em comédias, dramas, romances, animações, ficção científica, fantasia e histórias de ação — algumas com a sexualidade como parte importante da trama, outras simplesmente vivendo suas vidas e relacionamentos.

E essa diversidade também importa: quanto mais histórias diferentes chegam às telas, mais possibilidades existem para que outras pessoas se reconheçam nelas.

Visibilidade Bissexual | 10 personagens bissexuais das séries de TV

Visibilidade Lésbica (Parte 03) | 20 personagens lésbicas das séries de TV e streaming

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Visibilidade Lésbica (Parte 03) | 20 personagens lésbicas das séries de TV e streaming

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A televisão e o streaming têm ampliado cada vez mais o espaço para personagens LGBTQIA+, e isso também significa encontrar mulheres lésbicas ocupando os mais diferentes lugares nas histórias: protagonistas, coadjuvantes, heroínas, vilãs, adolescentes, adultas, profissionais, atletas e muito mais.

Para esta lista de 20 personagens lésbicas de séries de TV e streaming, consideramos produções que tiveram pelo menos uma temporada ou episódios lançados depois de 2021. Ou seja: a série não precisa necessariamente ter estreado a partir de 2022, mas a personagem precisa aparecer em uma produção com conteúdo lançado nesse período.

E tem de tudo por aqui. Comédia, drama, ficção científica, suspense, sobrevivência, policial, romance, musical, esporte e aventura. Algumas personagens estão no centro de suas histórias; outras aparecem em núcleos importantes. O ponto em comum é a presença de mulheres lésbicas em séries que continuam chegando ao público.

E esta não é a primeira parte da nossa seleção! Se você ainda não conferiu, aproveite para ler também a parte 01 e a parte 02 da lista, com outras personagens lésbicas que marcaram — e continuam marcando — as séries de TV e streaming.

1. Leighton Murray — A Vida Sexual das Universitárias

Popular, confiante e acostumada a esconder algumas partes de si mesma, Leighton Murray (Reneé Rapp) começa “A Vida Sexual das Universitárias” tentando manter sua sexualidade em segredo. Ao longo da série, ela passa pelo processo de se assumir lésbica e lidar com as expectativas da família e das pessoas ao seu redor. Sua trajetória também envolve relacionamentos, amizades e a construção de uma vida mais fiel a quem ela realmente é.

2. Roxie Alba — 9-1-1: Nashville

Em “9-1-1: Nashville”, Roxie Alba é uma paramédica e médica da Estação 113, interpretada por Juani Feliz. A série é um drama de emergência e faz parte da franquia 9-1-1. Roxie está entre as personagens principais do derivado e sua trajetória também inclui relacionamentos anteriores com mulheres. É uma opção para quem gosta de séries de emergência e quer encontrar representação lésbica dentro de uma história marcada por situações profissionais e dramáticas.

3. Liz — Elle

“Elle” é uma série adolescente da Prime Video que funciona como prequela de “Legalmente Loira”, e Liz é uma das amigas de Elle Woods (Lexi Minetree). Interpretada por Gabrielle Policano, a personagem é uma estudante de 16 anos e uma adolescente lésbica assumida. Sua sexualidade faz parte de quem ela é, mas não é apresentada como o único aspecto de sua personalidade. Para quem gosta de histórias adolescentes e quer conhecer uma nova personagem lésbica dentro do universo de Elle Woods, Liz é uma das opções desta lista.

4. Charlotte Keene — Silo

Charlotte Keene aparece na terceira temporada de “Silo”, série de ficção científica e drama pós-apocalíptico da Apple TV+. Interpretada por Jessica Brown Findlay, Charlotte é irmã de Daniel Keene (Ashley Zukerman). Sua história na terceira temporada envolve uma investigação relacionada ao acidente que sofreu enquanto trabalhava como piloto da Marinha. É uma personagem para quem gosta de ficção científica e narrativas pós-apocalípticas, especialmente quando a representação LGBTQIA+ aparece inserida em uma trama maior.

5. Ellen Gilbert — How I Met Your Father

Ellen Gilbert é uma personagem lésbica de “How I Met Your Father”, sitcom derivada de “How I Met Your Mother”. Interpretada por Tien Tran, Ellen é irmã adotiva de Jesse (Christopher Lowell) e chega a Nova York depois de passar por um divórcio. A personagem está tentando reconstruir sua vida e também sua relação com o irmão. Para quem gosta de sitcoms e histórias sobre amizades, relacionamentos e recomeços, Ellen é uma presença LGBTQIA+ dentro desse universo de comédia.

 

6. Ramona Campbell — Sterling Point

“Sterling Point” é uma série de comédia e romance da Prime Video lançada em 2026. Determinada, intensa e cheia de personalidade, Ramona Campbell, interpretada por Amélie Hoeferle, é uma das personagens centrais da produção e vive em uma ilha no Canadá. A série acompanha sua vida afetiva e também uma ligação familiar inesperada com Annie (Ella Rubin). É uma escolha para quem gosta de histórias jovens com romance e drama.

7. Carol Sturka — Pluribus

Carol Sturka (Rhea Seehorn) é a protagonista de “Pluribus”, série de ficção científica criada por Vince Gilligan. Em um mundo transformado por um fenômeno misterioso que altera profundamente a humanidade, Carol se encontra entre as poucas pessoas que permanecem diferentes. Além de enfrentar as consequências desse novo mundo, sua história também envolve sua relação com Helen (Miriam Shor), trazendo uma dimensão pessoal para uma trama marcada por questões de identidade, conexão e sobrevivência.

8. Mabel Elmsworth — Os Bucaneiros

“Os Bucaneiros” é um drama de época da Apple TV+ baseado na obra inacabada de Edith Wharton. Mabel Elmsworth, interpretada por Josie Totah, vive na Inglaterra do século XIX e se apaixona por uma mulher. Mabel mantém uma relação com Honoria (Mia Threapleton) e enfrenta as limitações sociais impostas a uma mulher queer naquele contexto histórico. Em meio a bailes, casamentos e regras da alta sociedade, Mabel vive uma história de amor que desafia aquilo que esperavam dela.

 

9. Laura Peterson — The Morning Show

Ambiciosa, talentosa e acostumada aos bastidores do jornalismo televisivo, Laura Peterson (Julianna Margulies) chega a “The Morning Show” como uma jornalista experiente e respeitada. A personagem também vive um relacionamento com Bradley Jackson (Reese Witherspoon), trazendo para a série uma história de amor entre duas mulheres adultas em meio às pressões da vida profissional e da exposição pública.

 

10. Taissa Turner — Yellowjackets

Taissa Turner é uma das sobreviventes do acidente aéreo que está no centro de “Yellowjackets”, série de drama, suspense e sobrevivência da Paramount+. A personagem é interpretada por Jasmin Savoy Brown na adolescência e por Tawny Cypress na fase adulta. Sua trajetória atravessa diferentes momentos da vida e combina o suspense e a sobrevivência da série com sua vida pessoal. Para quem gosta de histórias tensas, personagens complexas e narrativas que alternam diferentes períodos, ela é uma ótima personagem para conhecer.

11. Ellie Williams — The Last of Us

Corajosa, sarcástica e determinada a sobreviver, Ellie Williams (Bella Ramsey) é uma das protagonistas de “The Last of Us”. A série apresenta sua relação com Riley (Storm Reid) e, posteriormente, seu romance com Dina (Isabela Merced), mostrando diferentes momentos de sua vida afetiva em meio a um mundo devastado por uma pandemia. Ellie é uma das personagens lésbicas mais conhecidas dos games e ganhou uma nova dimensão com sua adaptação para a televisão.

 

12. Yuri Han — Com Carinho, Kitty

Yuri Han é uma das estudantes populares da escola KISS em “Com Carinho, Kitty”, série adolescente de comédia romântica da Netflix. Interpretada por Gia Kim, Yuri mantém um relacionamento com Juliana (Regan Aliyah). A personagem também está no centro de uma das relações importantes da série, enquanto Kitty (Anna Cathcart) passa por seu próprio processo de descoberta da bissexualidade e desenvolve sentimentos por Yuri. Para quem gosta de comédia romântica adolescente, triângulos amorosos e dramas escolares, Yuri é uma personagem que merece entrar na lista.

13. Tye Reynolds — Harlem

Tye Reynolds é uma personagem lésbica de “Harlem”, comédia dramática da Prime Video criada por Tracy Oliver. Interpretada por Jerrie Johnson, Tye é uma empreendedora negra que criou uma empresa de tecnologia e um aplicativo de relacionamentos voltado para pessoas LGBTQIA+. Independente, ambiciosa e emocionalmente reservada, Tye é uma personagem que combina sua vida profissional com suas questões pessoais. Para quem procura uma comédia dramática adulta com amizades, relacionamentos e personagens LGBTQIA+, “Harlem” é uma das opções desta lista.

14. Greta Gill — Uma Equipe Muito Especial

Greta Gill é uma das personagens principais de “Uma Equipe Muito Especial”, série de comédia dramática esportiva de 2022 inspirada na liga profissional de beisebol feminino dos Estados Unidos. Interpretada por D’Arcy Carden, Greta é jogadora dos Rockford Peaches e mantém um relacionamento com Carson Shaw (Abbi Jacobson). A personagem combina a vida esportiva com sua trajetória afetiva dentro de uma história situada no universo do beisebol feminino. Para quem gosta de séries de esporte, comédia dramática e romances entre mulheres, Greta é uma das personagens para colocar na lista.

15. Cynthia Zdunowski — Grease: Rise of the Pink Ladies

“Grease: Rise of the Pink Ladies” é uma série musical da Paramount+ ambientada em 1954, antes dos acontecimentos de “Grease”. Cynthia Zdunowski, interpretada por Ari Notartomaso, é uma estudante rebelde e uma das integrantes fundadoras das Pink Ladies. Cynthia é uma personagem lésbica e seu relacionamento com Lydia (Niamh Wilson) constitui um dos principais núcleos LGBTQIA+ da série. É uma escolha para quem gosta de musicais, histórias adolescentes e romances sáficos inseridos em uma narrativa de época.

16. Quinni Gallagher-Jones — Heartbreak High

Inteligente, autêntica e extremamente observadora, Quinni Gallagher-Jones (Chika Ikogwe) é uma adolescente autista que não tem medo de ser fiel à própria personalidade em “Heartbreak High”. Lésbica, ela vive relacionamentos e descobertas amorosas enquanto também enfrenta os desafios da adolescência e da convivência na escola. A série permite que Quinni seja muito mais do que sua sexualidade ou seu diagnóstico, construindo uma personagem complexa e cheia de personalidade.

 

17. KJ Brandman — Paper Girls

KJ Brandman é uma das quatro protagonistas de “Paper Girls”, série de aventura e ficção científica da Prime Video lançada em 2022. Interpretada por Fina Strazza na versão adolescente, KJ é uma das garotas de 12 anos envolvidas em uma guerra temporal depois de um fenômeno inexplicável. KJ é uma personagem lésbica e mantém um relacionamento com Mac Coyle (Sofia Rosinsky). A série mistura aventura, ficção científica e drama adolescente, sendo uma opção para quem procura representação LGBTQIA+ em uma história de viagem temporal e aventura.

18. Juliette Fairmont — First Kill

Juliette Fairmont é uma das protagonistas de “First Kill”, série dramática sobrenatural da Netflix. Interpretada por Sarah Catherine Hook, Juliette é uma jovem vampira que se envolve romanticamente com Calliope (Imani Lewis), uma caçadora de vampiros. A relação entre as duas está no centro da história, que transforma o romance entre elas em parte fundamental da narrativa. Para quem gosta de histórias sobrenaturais, vampiros e romances sáficos com um conflito central bem definido, “First Kill” é uma opção para conhecer.

19. Dulcie Collins — Deadloch

Dulcie Collins é uma sargento sênior da polícia em uma cidade fictícia em “Deadloch”, comédia policial australiana da Prime Video. Interpretada por Kate Box, Dulcie é uma personagem lésbica e é casada com Cath York (Alicia Gardiner). A série combina investigação criminal, humor e personagens LGBTQIA+, criando uma mistura bem diferente das outras produções desta lista.

 

20. Kate Whistler — NCIS: Hawai’i

Kate Whistler é uma agente do FBI e personagem lésbica de NCIS: Hawai’i, série de drama, crime e mistério. Interpretada por Tori Anderson, Kate mantém um relacionamento com Lucy Tara (Yasmine Al-Bustami), agente do NCIS.  A personagem faz parte do elenco regular da série e sua história está inserida em uma produção policial e de investigação. Para quem gosta de casos criminais, investigações e séries procedurais com personagens LGBTQIA+, Kate é mais uma opção para colocar na lista.

Bônus:

Michaela — Bridgerton

Inteligente, determinada e dona de uma personalidade que não passa despercebida, Michaela Stirling (Masali Baduza) chegou a “Bridgerton” para mudar completamente a história de Francesca. Na série, Michaela é apresentada como prima de John Stirling (Victor Alli) e rapidamente desenvolve uma conexão especial com Francesca (Hannah Dodd). A personagem representa uma importante mudança em relação aos livros, já que a história de amor de Francesca passa a ser construída como um romance entre duas mulheres.

Moraine — A Roda do Tempo

Poderosa, misteriosa e uma das personagens mais importantes de “A Roda do Tempo”, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) é uma Aes Sedai determinada a impedir que o mundo seja destruído pelo retorno do Tenebroso. Ao longo da série, sua história também apresenta relacionamentos com mulheres, incluindo sua conexão com Siuan Sanche (Sophie Okonedo), com quem possui uma relação amorosa que atravessa anos de história e responsabilidades. Moiraine equilibra força, vulnerabilidade e poder em uma das fantasias mais populares do streaming.

Mais histórias, mais possibilidades de representação

Uma das coisas mais interessantes de olhar para uma lista como esta é perceber como personagens lésbicas podem existir em histórias completamente diferentes. Elas estão em universidades, redações de televisão, campos de beisebol, delegacias, escolas, mundos pós-apocalípticos e até histórias com vampiras e viagens no tempo.

E essa diversidade de gêneros também importa. Representação não precisa estar restrita a uma única fórmula ou fazer da sexualidade da personagem o único assunto de sua história. Existem personagens lésbicas vivendo romances, enfrentando problemas profissionais, participando de aventuras, sobrevivendo a catástrofes, investigando crimes e simplesmente sendo adolescentes.

Para quem está procurando novas séries para assistir ou quer ampliar a lista de personagens sáficas para conhecer, essas 20 produções mostram algumas das possibilidades que estão disponíveis na televisão e no streaming. E, claro, esta está longe de ser uma lista definitiva: existem muitas outras personagens e histórias que também merecem ser lembradas.

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