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Dia das Namoradas | 10 casais sem plot de traição

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Apesar de termos cada vez mais representatividade na mídia, uma coisa parece nunca mudar: os plots de traição. Isso já se tornou algo tão comum entre casais sáficos da televisão que nem nos surpreendemos mais quando acontece, o que torna a situação ainda mais problemática.

Pensando nisso, trouxemos uma lista com 10 casais que não tiveram nenhuma traição envolvida em seu desenvolvimento para comemorar o dia dos namorados.

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1. Avalance – Ava Sharp e Sara Lance (DC’s Legends of Tomorrow”)

As primeiras interações de Ava (Jes Macallan) e Sara (Caity Lotz) são bem conturbadas. Enquanto uma trabalhava em um escritório tentando manter o equilíbrio dos universos, a outra viajava pela linha temporal. Apesar disso, conforme elas se conhecem melhor, percebem que tem mais em comum do que imaginam.

2. Cophine – Cosima Niehaus e Delphine Cormier (“Orphan Black”)

Cosima (Tatiana Maslany) e Delphine (Évelyne Brochu) se conhecem na faculdade. Com um começo de relação tranquilo e a ciência sempre presente, o casal passa por diversos momentos conturbados ao decorrer da série, provando que o amor genuíno consegue superar qualquer coisa.

3. Damie – Dani Clayton e Jamie (“A Maldição da Mansão Bly”)

Trabalhando na mesma casa, Dani (Victoria Pedretti) e Jamie (Amelia Eve) possuem uma conexão única. Os traumas do passado de ambas faz com que elas se aproximem e confiem uma na outra de olhos fechados. Mesmo nos piores momentos, o casal consegue ter uma relação leve, sendo a calmaria no furacão da vida uma da outra.

4. Deanoru – Karolina Dean e Nico Minoru (“Marvel’s Runaways”)

Amigas de infância, Karolina (Virginia Gardner) e Nico (Lyrica Okano) são a prova de que os opostos se atraem. Quando uma grande revelação envolvendo as famílias de ambas vem à tona, as garotas começam a passar mais tempo juntas, fazendo com que a amizade lentamente se torne algo a mais.

5. Flozmin – Flor Estrella e Jazmin Del Río (“Las Estrellas”)

Jazmin (Julieta Nair Calvo) é subchefe no restaurante do hotel de Flor (Violeta Urtizberea) e as duas se aproximam rapidamente depois de se conhecerem. Conforme passam mais tempo juntas, as duas começam a desenvolver sentimentos uma pela outra, mesmo com dificuldades de admitir.

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6. Hollstein – Carmilla Karstein e Laura Hollis (“Carmilla”)

Carmilla (Natasha Negovanlis) e Laura (Elise Bauman) são colegas de quarto na faculdade e se odeiam. No meio de diversas tentativas de se livrar uma da outra, o ódio começa a se transformar numa tensão difícil de ignorar e, após acontecimentos que as levam a se unir, as duas se rendem ao inevitável.

7. Petramos – Jane Ramos e Petra Solano (“Jane the Virgin”)

Jane Ramos (Rosario Dawson), ou JR, é contratada por Petra (Yael Grobglas) para defendê-la de uma acusação de homicídio. Em um primeiro momento, o interesse é unilateral – Petra tenta conquistar JR a todo custo, mas a mesma não se rende tão fácil.

8. Sanvers – Alex Danvers e Maggie Sawyer (“Supergirl”)

Alex (Chyler Leigh) e Maggie (Floriana Lima) começam a se aproximar por sempre trabalharem juntas. A relação das duas aos poucos vai evoluindo para algo além da amizade, enquanto Alex passa por um processo dolorido de entender sua sexualidade.

9. Spashley – Ashley Davies e Spencer Carlin (“South of Nowhere”)

Após se mudar para Los Angeles com sua família, Spencer (Gabrielle Christian) se sente deslocada no colégio novo, mas logo começa a se aproximar de Ashley (Mandy Musgrave), que a mostra um novo lado de viver a vida. Por serem adolescentes, o casal passa por algumas dificuldades, mas sempre acabam voltando uma para a outra.

10. Tillow – Tara Maclay e Willow Rosenberg (“Buffy, a Caça-vampiros”)

Willow (Alyson Hannigan) começa a frequentar o clube de magia da faculdade, onde conhece Tara (Amber Benson) que, apesar de ser extremamente tímida, chama sua atenção logo de cara. Durante as reuniões, as garotas começam a se aproximar bastante, ajudando uma a outra a superar suas dificuldades.

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

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Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

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Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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Bombando