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Review | Legends of Tomorrow – Episódio 4.05

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No mais recente episódio de “Legendes of Tomorrow” nossas queridas Lendas foram parar na cidade de Tóquio em 1951 em um estúdio de filmagem onde, aparentemente, houve uma aparição de um monstro nada amigável durante uma das gravações de um filme.

Sara (Caity Lotz), Zari (Tala Ashe), Mick (Dominic Purcell) e a nova companheira de equipe, Charlie (Maisie Richardson), (ainda com o rosto de Amaya) foram em missão para tentar descobrir do que se tratava essa aparição. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) ainda estava à beira da morte e a única solução imaginável naquele momento para salvá-lo era Nora Darhk (Courtney Ford), então Ray (Brandon Routh) foi atrás dela para traze-la até John e tentar uma cura.

Review | Legends of Tomorrow – Episódio 4.04

Depois de uma ida a Tóquio e com a ajuda de Charlie, que conhece muito bem os seres mágicos que eram seus companheiros de cela, as Lendas descobriram que não se tratava de uma aparição mágica, o monstro em questão era real e foi criado por humanos.

Enquanto isso, em 2018, Ava (Jes Macallan) foi convidada para passar o dia de Ação de Graças na casa de Nate (Nick Zano), e Gary (Adam Tsekhman) ficou na Agência do Tempo com os prisioneiros capturados da linha do tempo, onde todos se encontravam sedados em uma sala de contenção altamente segura, até que não estavam mais. Famintos e desesperados eles destruíram a cela e ficaram vagando pela Agência até que Nate fugiu do jantar de sua família para tentar ajudar Gary.

Já na Waverider, Ray e Nora entram em um dilema para tentar salvar a vida de Constantine. Vendo que ele usou sua força vital para salvar a criança em sua última missão, Nora chega a conclusão de que não pode salva-lo sem recorrer a magia negra que herdou de seu pai e ela não quer ter uma recaída para o seu lado mau. Ray insiste, ele acredita nela e acredita completamente em toda bondade que ela carrega e acredita, além de tudo, que ela não é o monstro que Damien Darhk (Neal McDonough) criou. E por acreditar nisso, ele consegue ter uma ideia para além da magia, Ray usa a tecnologia em conjunto com o poder de Nora para salvar John.

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Enquanto acontece essa tentativa de salvamento, as outras Lendas se encontram ainda tentando salvar Tóquio. Eles conseguiram descobrir que aquele monstro foi a criação do próprio diretor do estúdio, mas de uma forma nada convencional. Ele possui o livro da deusa Brígida que tem o poder de transformar a imaginação em realidade, ou seja, Tóquio estava sendo atacada pela própria criação do diretor. O livro e a criação do monstro foram as salvações que ele encontrou para fugir das assombrações que o perseguiam desde o atentado em Hiroshima. Ele presenciou tudo e desde então vivia sofrendo com todas as lembranças e a dor da perda.

Para derrotar o monstro era preciso dar um outro final para a história e depois das tentativas falhas do diretor, Mick veio e salvou não só Tóquio, mas também a linha do tempo. Nossa lenda escreveu um final impressionante para a história, revelando assim ser uma pessoa incrivelmente criativa e de uma imaginação única.

Voltando ao jantar de Ação de Graças, depois de toda a confusão ser resolvida na Agência do Tempo e da tentativa falha de Nate em tentar esconder o ocorrido de seu pai, eles finalmente conseguiram se reunir para a celebração até que, o celular do pai de Nate toca o escutamos em uma conversa misteriosa sobre a nossa querida Agência que controla e ajudar a salvar a linha do tempo.

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Ao final do episódio, Nora consegue salvar Constantine com a ajuda brilhante de Ray. Ela se sente confiante novamente em relação a ela e a sua magia, pois agora conseguiu perceber que é muito mais do aquilo que seu criou. Nora é uma pessoa repleta de bondade que já passou por muito nas mãos de Damien e que não tem a intenção de machucar mais ninguém, e quando Ray lhe devolve a pedra para que ela fuja novamente ela o surpreende de uma forma emocionante e vai diretamente para Agência do Tempo e se entrega.

Monica Teixeira é pedagoga e muito apaixonada pelo universo literário. Amante de séries de médico, viciada em tudo que envolve super-heróis e não perde um episódio de Legends Of Tomorrow. Ela vive na Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

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“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

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Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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