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DC FanDome 2021 | Supergirl, Mulher-Maravilha, Batwoman, DC’s Legends of Tomorrow, Catwoman e Harley Quinn

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Supergirl

“Supergirl nos lembra que somos todos poderosos e fortes”, assim Elizabeth Tulloch (Lois Lane) abre o painel especial que contou com todo o elenco da série: Melissa Benoist (Supergirl), Chyler Leigh (Alex Danvers), Katie McGrath (Lena Luthor), Chris Wood (Mon-el), David Harewood (Caçador de Marte), Jesse Rath (Brainiac), Nicole Maines (Nia Nal), Mehcad Brooks (Jimmy Olsen), Staz Nair (William Dey), Julie Gonzalo (Andrea Rojas), Jeremy Jordan (Win) e Azie Tesfai (Kelly Olsen).

Review | Missa da Meia-Noite – série permite refletir sobre fanatismo religioso

Resumido como um tributo a “Supergirl” que está na sua sexta e última temporada, o painel foi uma espécie de retrospectiva sobre a trama. Em forma de entrevista, os atores relataram como a produção mudou eles. Melissa citou que a personagem foi muito importante para ela, pois pôde ver o quanto inspirou meninas pelo mundo.

Quando questionados qual o momento favorito na série, Jesse comentou sobre uma cena em que Kara e William cantam em um karaokê. Chris citou a cena que teve que morder dez panquecas de uma vez como uma das mais esquisitas que já fez.

Um dos pontos mais marcantes do painel foi quando os atores foram questionados do momento mais especial que já tiveram com fãs. Katie falou que recebeu várias cartas de fãs meninas falando que até verem Lena, enquanto uma mulher cientista, elas não sentiam que eram capazes de se tornar cientistas, e a partir da inspiração da personagem, muitas deles, de fato, foram estudar na área das ciências. Nesse mesmo momento, Chyler relatou um encontro que teve com duas fãs que eram irmãs, uma adotada e uma filha biológica, e o quanto foi emocionante escutar das meninas que a relação de Alex e Kara era tão importante para elas.

Ao final, os atores citaram que o que mais sentirão falta é da companhia um dos outros e da energia que compartilham no set e, além disso, Melissa disse que vai sentir falta de ser uma super-heroína.

Mulher-Maravilha

O painel em homenagem aos 80 anos da Mulher-Maravilha contou com a participação de Patty Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha” e “Mulher-Maravilha 1984″, Gal Gadot, a Mulher-Maravilha do cinema, Lynda Carter, a primeira Mulher-Maravilha e uma rápida participação de Jill Lepore (“A história secreta da Mulher-Maravilha”).

Em uma conversa rápida, Jenkins e Carter falaram sobre a importância da Mulher-Maravilha para o mundo, principalmente para as mulheres. Citaram também o quanto essa personagem foi crucial para elas e que acreditam que todas as mulheres são Mulheres-Maravilha.

As duas comentaram também sobre as controvérsias da personagem. Quando Lynda interpretou a Diana, na série de TV em 1975, foi cercada de questionamentos sobre a beleza, a bondade e a força da personagem. Como se para ser uma super-heroína inteligente e forte ela não pudesse ser bonita e com bom coração. Patty comentou que curiosamente, quando adaptada para o cinema, em seu filme solo em 2017, a personagem sofreu dos mesmos questionamentos, botando toda a sua história em dúvida, mesmo que tenham se passado mais de 40 anos entre a série e a estreia do filme.

80 anos da Mulher-Maravilha – uma jornada de emancipação e força feminina

Além disso, o painel teve um anúncio de um crossover da família Wonder Woman. Um universo onde todas as versões da Mulher-Maravilha se encontram. Além de Diana, o evento contará com Núba e Yara Flor, entra outras versões e partes da família da personagem.

O painel foi encerrado com os atores do Universo Estendido DC falando da importância da Mulher-Maravilha para eles e como acham que ela influenciou o mundo, e com a confirmação de que o terceiro filme solo da personagem está em desenvolvimento.

Batwoman

O momento de “Batwoman” aconteceu dentro do painel do BatVerse. Foi apresentado por Rachel Skarsten (Alice) e Javicia Leslie (Batwoman), e trouxe o trailer da próxima temporada, com destaque para Batwoman e Alice trabalhando juntas.

DC’s Legends of Tomorrow

Em homenagem a estreia da sétima temporada e a proximidade do episódio 100 da série, foi apresentado um clipe de um resumo dos 100 episódios em 100 segundos.

Catwoman

O DC FanDome apresentou com exclusividade o trailer do novo filme animado da Mulher-Gato intitulado “Catwoman: Hunted”. A personagem será dublada por Elizabeth Gillies (“Brilhante Victória”) e contará com a participação de Batwoman, dublada por Stephanie Beatriz (Brooklyn 99).

Harley Quinn – queda, ascensão e liberdade

Harley Quinn

O evento trouxe um teaser da terceira temporada da série animada “Harley Quinn” e mostra Harley (Kaley Cuoco) e Ivy (Lake Bell) como um casal do crime em Gotham City. A terceira temporada deve sair em algum momento em 2022.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

LesB Indica | Badhaai Do – uma salada de casamento de fachada, confusão familiar e amor

No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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