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Review | Legends of Tomorrow – Episódio 4.09 / 4.10

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Ava (Jes Mcallan) e Sara (Caity Lotz) estão de volta a Agência do Tempo para tentar solucionar o sumiço do Konane, que aconteceu no episódio anterior. As câmeras de segurança acusam Mona (Ramona Young) como a pessoa que libertou a criatura, mas a funcionária insiste que há algo de errado com os vídeos.

Enquanto as Lendas tentam controlar o caos estabelecido no que diz respeito à fuga da criatura mágica, Zari (Tala Ashe) vai até a Agência do Tempo investigar as acusações de Mona e descobre que ela estava certa desde o início. Hank (Tom Wilson) foi quem modificou as filmagens e incriminou Mona pela fuga do monstro e há de fato “homens de preto” infiltrados da Agência do Tempo fazendo algo contra as criaturas que estão sob custódia.

Enquanto isso Ava e Sara entram em um conflito que se inicia profissionalmente, mas que, diante da atitude de Ava em tentar a todo custo capturar o Konane e coloca-lo em perigo novamente e das atitudes tomadas por Sara para evitar isso, a situação se eleva a um nível pessoal. De volta a Agência do Tempo, Nate (Nick Zano) confronta seu pai sobre “os homens de preto” e ganha a confiança dele enquanto pede para Zari seguir com a investigação.

Review | Legends of Tomorrow – Episódio 4.08

Mais tarde, com Konane sob a custódia das Lendas, Mick (Dominic Purcell) tentar dar a Mona e Konane o final feliz que eles merecem e quando ela estava pronta para envia-lo de volta ao Havai, um “homem de preto” aparece e transforma tudo em um caos.
Sara e Ava discutem novamente sobre o que aconteceu. Ava surpreende a namorada ao ficar do lado das atitudes de Hank em nome da proteção da linha do tempo, ela admite que pode ser feito o que for para que os humanos estejam a salvo. Sara simplesmente se recusa a acreditar que a mulher que ela ama pode ser cruel a ponto de aparentemente não ligar pra vidas não-humanas. E assim o relacionamento delas se abala por questões um pouco mais além do que profissionais.

Episódio 4.10

As Lendas enfrentam um problema com o presidente dos EUA Richard Nixon em 1973: repentinamente ele começou a falar todas as maiores verdades em seus discursos causando uma série de alterações na linha do tempo. E é o dever dos nossos heróis descobrir o que está causando toda essa sinceridade no presidente antes que os danos se tornem mais graves.

Enquanto isso Nate e Zari são contatados por Hank que anuncia que as Lendas agora são considerados fugitivos e que precisam ser capturados. Eles aceitam participar dessa caçada afim de tentar conseguir ajuda-los a escapar de alguma forma. Com Ava afastada e Hank no comando da Agência do Tempo, não há muito em quem se confiar então Zari busca a ajuda de Gary (Adam Tsekhman) para tentar descobrir o que está por trás dos planos de Hank.

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Já em 1973, as Lendas tentam a todo custo resolver o problema com o presidente e ao mesmo tempo fugir das armadilhas de Hank para captura-los. Eles roubam um trailer, descobrem que o que está causando essa onda de sinceridade no presidente é um inseto mágico e logo depois de conseguir remove-lo, o bicho causa um caos entre os nossos heróis.

De volta a Agência do Tempo, Gary descobre algumas coisas importantes, mas precisa de um pouco mais de ajuda para ir mais a fundo nas suas investigações então decide pedir ajuda a Nora Darhk (Courtney Ford). Enquanto invadem os dados privados de Hank, eles descobrem que os planos dele vão muito além de apenas “acabar” com as criaturas mágicas sob custódia da Agência e é nesse momento que a sala onde estão é “invadida” por um dos “funcionários” de Hank e Nora sente uma magia muito forte e ruim vindo dessa pessoa e pede para que Gary se afaste das investigações porque o problema é muito mais complicado do que ele imagina.

Voltando as Lendas em 1973 um caos é instalado por conta do inseto mágico da verdade. Sob muita pressão e com a ajuda desse hóspede inconveniente, Sara explode todos os sentimentos que ela estava tentando controlar para cima de Mona e faz com que ela se sinta mal e fuja causando uma confusão ao se transformar em um ser da mesma espécie de Konane.

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Enquanto isso, Nate tenta a todo custo e de maneira discreta impedir que seu pai de chegue até as Lendas, mas essa tarefa se torna bem complicada quando Hank descobre o que verdadeiramente está acontecendo e consegue criar uma armadilha eficaz que capturar de fato os nossos heróis. Em um momento pai e filho e com a ajudinha do hospdeiro da verdade, Nate consegue com que seu pai liberte as Lendas e o convence de largar os planos que tem com as criaturas mágicas.

Bom, apesar de Hank estar determinado a acabar com o plano e os testes nas criaturas, o seu “funcionário”, que não é ninguém menos do que Neron (Christian Keyes), não fica muito contente com sua demissão e mata o pai de Nate. Nora, ao sentir novamente a presença da magia negra, tenta fugir da cela para ajudar quem quer que estivesse em perigo, mas quando consegue se libertar já é tarde demais.

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O episódio termina com Nora ao lado do corpo de Hank tentando explicar a Nate que aquilo definitivamente não era culpa dela. Sem escuta-la, guardas entram e a ameaçam, e sem ter o que fazer ou ter sequer como se explicar, Nora foge o mais rápido que pode pois ela sabe com toda certeza que o que está por vir não será nada fácil e precisará de toda a ajuda possível. 

Monica Teixeira é pedagoga e muito apaixonada pelo universo literário. Amante de séries de médico, viciada em tudo que envolve super-heróis e não perde um episódio de Legends Of Tomorrow. Ela vive na Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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