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Review | DC’s Legends of Tomorrow – 5×01

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Depois de terem sido expostos para a toda a sociedade no final da temporada passada, as Lendas iniciam esta nova etapa tentando cuidar de suas imagens como heróis o que resulta na gravação de um documentário. Um diretor com suas câmeras acompanha o passo a passo das Lendas em seus momentos mais íntimos, o que obviamente não dá muito certo quando Sara (Caity Lotz) retorna do Crossover.

Após perder todo o multiverso, lutar para recuperar as vidas que se foram com as Terras que sumiram e perder Oliver (Stephen Amell), seu amigo de toda a vida, a última coisa que Sara precisava era que tivessem câmeras acompanhando cada passo que ela dá dentro e fora da Waverider.

Como tudo em Legends não pode ser normal nem por um dia, a Gideon (Amy Louise Pemberton) começa a dar sinais de que foi infectada por um vírus, além que não poderia faltar um alerta de problemas na linha do tempo. Ao que parece Rasputin, que deveria estar morto em 1916, ressurgiu das cinzas para atormentar a família do czar na Rússia. É claro que este acontecimento não seria obra somente de sua própria “magia”.

Ao entrarem em contato com Constantine (Matt Ryan), que ficou preso em 2020 resolvendo algumas pendências demoníacas, as Lendas entenderam o que de fato estava acontecendo: Rasputin estava possuído por um demônio que havia fugido do inferno e infelizmente aquele não era o único.

Bom, com tudo que Sara passou recentemente, eles acharam que seria uma ótima ideia irem a campo por vontade própria e seus próprios planos sem “incomodar” a líder. O que parecia uma ótima ideia se não fosse o fato de cada um ter feito um plano diferente e ter ido a campo sem avisar um ao outro. E assim, claro, tudo que poderia dar errado, deu.

Nate (Nick Zano) tentou usar suas habilidades profissionais para conversar com Rasputin, mas acabou sendo hipnotizado por ele. Ava (Jes Macallan) foi mais radical e estava armada pronta para matar o anacronismo incômodo até que, obviamente, ele não morreu, mas tentou com todas as forças matar quem estava incomodando. E assim todos os outros planos foram completamente por água abaixo.

Enquanto tudo isso acontece, Sara e Behrad (Shayan Sobhian) tentam juntos consertar Gideon e a Waverider. Quando todas a Lendas voltam para a nave são obrigadas a repensar suas atitudes e a Capitã Lance tem uma brilhante ideia para impedir que o vilão da vez destrua toda a história da Rússia e a linha do tempo. Ela vai a campo com B e tudo está indo bem até que o mago inconveniente percebe as armadilhas. Sem nem pensar duas vezes, as Lendas vão atrás de Sara e conseguem de uma maneira bem esquisita salvar a linha temporal mais uma vez.

O desafio deste dia termina com um beijo apaixonado Avalance e a demonstração do quanto Ava a cada dia se importa mais em entender os sentimentos de Sara.

Monica Teixeira é pedagoga e muito apaixonada pelo universo literário. Amante de séries de médico, viciada em tudo que envolve super-heróis e não perde um episódio de Legends Of Tomorrow. Ela vive na Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

LesB Indica | Badhaai Do – uma salada de casamento de fachada, confusão familiar e amor

No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

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Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

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Bombando

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