Resumão | The 100 – We are back bitches!

“The 100” está de volta! E para a sua sétima e última temporada reunimos tudo de mais importante que rolou nos últimos 132 ANOS(!!!) desta jornada para te deixar prontinho pra se despedir dos nossos delinquentes.

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Pra quem não sabe ou não lembra, a série, baseada nos livros de Kass Morgan, conta a história de uma terra devastada após um apocalipse nuclear, que obrigou parte da população sobrevivente a passar quase 100 anos no espaço. Na eminência da falta de recursos na arca, a grande estação espacial em que a humanidade se asilou, um grupo de jovens considerados dispensáveis por serem criminosos foram enviados de volta a terra para testar se ela estava habitável novamente.

*Radiactive by Imagine Dragons starts to play in the background*

Liderados por Clarke Griffin (Eliza Taylor), o grupo desde muito cedo descobriu que, apesar de habitável, a sobrevivência não estava garantida. O primeiro choque talvez tenha sido descobrir que eles não eram os únicos ali, e que pessoas não só tinha sobrevivido, como tinham também se estruturado em uma sociedade nova e diferente daquela que seus ancestrais tinham deixado para trás. Na máxima de temer aquilo que não se conhece, os grounders se tornaram os primeiros inimigos e a convivência entre os grupos trazem, na minha opinião, os melhores conflitos da produção.

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Mas nada melhor que um inimigo em comum, para trazer a paz e união não é mesmo?

E em “The 100” não foi diferente. A introdução de um novo povo que viu, no sangue imune a radioatividade dos sobreviventes, a chance de voltar a superfície fez com que grounders e skaikrus (ou povo do céu, como eram chamados os nossos protagonistas), formassem a sua primeira aliança. Os primeiros sinais desta união vieram com Octavia (Marie Avgeropoulos) e Clarke se permitindo conhecer e participar desta cultura, através de Indra (Adina Porter), Lincoln (Ricky Whittle) e Lexa (Alycia Debnam-Carey)… Devido as diferentes ideologias e objetivos, infelizmente esta aliança foi testada por várias vezes ao longo da historia, ate que os dois povos, ou o que sobrou deles, se tornassem um só.

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A terceira temporada da série traz, o que na minha visão, é um dos pontos mais interessantes da narrativa. A introdução a tecnologia da Chama (sim, chegamos aqui no famigerado 3.07 que apesar de ter um dos momentos mais controversos da história da TV americana, também é responsável por expandir o universo da produção, e nos dar um deslumbre do que aconteceu no passado e abrir diversas possibilidade para o futuro). Entre inteligências artificiais tentando destruir o planeta, postos de comando sendo decididos com batalhas épicas, e a capacidade de transferir e guardar memórias. A tecnologia criada por Becca (Erica Cerra) se tornou parte recorrente da história, mesmo depois que um segundo apocalipse devastou a recém recuperada terra, obrigando as pessoas a se esconderem em um subterrâneo ou de volta ao espaço, e tendo que enfrentar decisões e momentos que os marcariam para sempre (sim, eu estou olhando pra você Octavia).

O retorno a terra e a superfície não durou muito, já que se tem uma coisa que o ser humano é bom é em DESTRUIR COISAS né, e é neste momento que somos levados ao que considero quase um reboot criativo na série, pois é isso mesmo… levaram nossos protagonistas para outro planeta e guess what? Óbvio que ele também estava habitado e guess what what? A tecnologia da Chama também era parte da mitologia deles, só que desta vez sendo usada para manter a imortalidade de um grupo privilegiado de pessoas chamados Primes, que utilizavam de quase uma lavagem cerebral religiosa na população para que sua superioridade não fosse questionada. Claro que deu briga porque é este desenvolvimento colonizador/colonizado que alimenta 90% dos plots desta produção (risos). Sempre nos faz questionar quem está certo e até que ponto a violência é necessária para sobreviver e proteger os seus.

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Além disso, este novo planeta possui uma anomalia capaz de quebrar as barreiras do tempo e espaço, e assim, no big deal sabe, mas é o que parece que será o enredo desta etapa final. Talvez seja a chance de consertar tudo? Não sei, mas estou HYPED!!!

hit me on twitter pra saber sobre as minhas teorias sobre isso 😉

Roberta Valentim

Roberta é pura série teen, filme de super heróis e música pop. Publicitária de formação, designer de profissão e entendida de cultura POP por paixão. Habitante do país Minas Gerais, mas que sonha em conhecer o mundo todo.

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