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LesB Indica | Pretty Little Liars – produção teen com excelentes protagonistas mulheres

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“Pretty Little Liars” é um drama adolescente criado por I. Marlene King (“Sorte no Amor”), baseado na série de livros da autora Sara Sherpard. A produção é protagonizada por garotas: Spencer Hastings (Troian Bellisario), Aria Montgomery (Lucy Hale), Hanna Marin (Ashley Benson) e Emily Fields (Shay Mitchell), cuja amizade se desfez após o desaparecimento da quinta membra e líder do grupo, Alison DiLaurentis (Sasha Pieterse).

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A história começa quando as quatro amigas retornam a pacata cidade de Rosewood, na Pensilvânia, para o enterro da personagem de Pieterse, que todos acreditam ter sido vítima de um assassinato. Além de terem que lidar com a perda, a vida das meninas se torna um inferno, quando começam a receber mensagens de textos ameaçadoras de alguém que se autointitula “-A”.

Ao retornarem à cidade e perceberem que todas estão recebendo essas mensagens misteriosas, as garotas se unem novamente para tentar desvendar quem está por trás dessas ameaças, que contêm segredos que apenas Alison saberia.

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“Pretty Little Liars” apresenta ótimas protagonistas mulheres e cada uma possui um papel essencial para o desenvolvimento da trama. Spencer é inteligente, competitiva e perfeccionista ao extremo devido ao fato de sempre tentar superar sua irmã mais velha; Aria é amorosa, compreensiva e tão protetora ao ponto de se deixar de lado para guardar segredos daqueles que ama; Hanna é admirável, divertida e tem problemas de autoestima; Emily é tímida e a mais leal do grupo, quando Alison desaparece, ela é a que mais sofre, já que tinha um crush na amiga. Por fim, existe Alison, que era conhecida como a “abelha-rainha” por ser a mais popular das garotas, além de ser encantadora e manipuladora.

O mistério em volta da série, apesar de ter muitos furos, é de enlouquecer qualquer um, porém vale muito a pena. Além de que, a forma como as garotas se envolvem em problemas atrás de problemas para tentar impedir que as outras pessoas descubram seus segredos é muito divertido. Outro ponto a destacar é a química que as protagonistas possuem em cena, o que torna toda a história de amizade e compreensão verossímil. Ademais, o desenvolvimento da sexualidade de Emily Fields, do início da produção até o final, é impecável e é impossível não se apaixonar pela personagem.

Apesar de ser uma produção de drama adolescente, “Pretty Little Liars” mescla com outros gêneros como mistério e suspense psicológico. A série ganhou cinco vezes consecutivas o prêmio Teen Choice de Melhor Série de TV –Drama e teve dois Spin-offs, que foram canceladas com apenas uma temporada: “Ravenswood” e “Pretty Little Liars: The Perfectionists”.

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 “Pretty Little Liars” está disponível na HBO Max e possui sete temporadas.

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

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Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

LesB Saúde | A solidão de mulheres sáficas

Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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Bombando