Connect with us

.

Cinco curtas-metragens com protagonismo feminino LGBTQIA+

Sabemos que na internet, com o crescimento das plataformas de streaming e outros serviços, somos a todo tempo bombardeados com diversos conteúdos audiovisuais. Por vezes podendo ficar perdidos com tamanha variedade. Pensando nisso, a matéria de hoje traz cinco dicas de curtas-metragens com protagonismo feminino LGBTQIA+ que você precisa assistir.

Published

on

Sabemos que na internet, com o crescimento das plataformas de streaming e outros serviços, somos a todo tempo bombardeados com diversos conteúdos audiovisuais. Por vezes podendo ficar perdidos com tamanha variedade. Pensando nisso, a matéria de hoje traz cinco dicas de curtas-metragens com protagonismo feminino LGBTQIA+ que você precisa assistir. Confira abaixo produções que podem ser acessadas de forma gratuita na plataforma do YouTube.

Resenha | Enquanto eu não te encontro – uma narrativa marcada pela cor-local

DUBLE

O curta-metragem brasileiro, dirigido por Fernanda Reis, tem como protagonistas Alessandra (Aterna Pessoa) e Paula (Naiany Agarb), duas mulheres que trabalham para um aplicativo de serviços de dublês, que tem como objetivo oferecer funcionários que vão à encontros como substitutos dos contratantes. Ambas foram chamadas a representar um casal que estava passando por um divórcio conturbado. Enquanto isso, as dublês também passam por momentos difíceis devido a um relacionamento que tiveram. A produção tem um roteiro interessante e criativo, e pode ser conferida no canal Amena.

Felícia 2

A obra é a segunda parte de uma produção lançada há dois anos, que acompanha Felícia (Marina Pizatto), uma advogada que antes vivia em um relacionamento hétero e com uma rotina de muito foco no trabalho. Uns anos atrás se envolveu pela primeira vez com uma mulher, Marina (Bruna Kirsten), que mostrou um mundo para além do que vivia anteriormente. O relacionamento delas não durou muito, mas foi suficiente para consolidar uma união bacana e saudável entre as duas. Agora, nessa nova fase, ela se encontra com Sandra (Janaína Barbosa), também advogada. Quando iniciam a relação, a protagonista se questiona quais são seus objetivos de vida e o que realmente importa para ela. O desenrolar dessa trama encantadora você confere no canal  Suprema Filmes

MARCH

Com a mesma diretora da websérie “ANNE+”, Valéria Bisscheroux, a obra foi feita em 48 horas e exibido no Pink Film Days 2018. O curta-metragem holandês conta a história de Flo (Eline van Gils) e Daan (Myrthe Huber), que estão em um relacionamento e iniciam um questionamento: e se você não pudesse mais sair de casa? O contexto do curta lembra isolamento social, assim como nesta realidade pandêmica, mesmo sendo lançado em 2018. O filme explora cenas bastante detalhadas e intimistas, de forma romântica e rápida, evidencia a rotina de ambas e o desejo de ter uma próxima da outra. Você pode encontrar a produção, de forma gratuita, no canal ANNE+.

Pose e seu legado para as produções LGBTQIA+

TAMAGOTCHI

O curta-metragem traz Laura (Íris Faria) como protagonista, uma jovem que, em meio a uma ansiedade provocada pelas redes sociais, resolve abandonar o ambiente virtual e se dedicar a olhar para seu entorno de forma mais proveitosa, enxergar as coisas simples da vida. Neste momento de detox das redes, conhece Agatha (Ana Girardello), e a conexão com o real que tanto queria, acontece, contudo, ocorre algo que atrapalha este momento mágico. O curta tem um enredo interessante e vale a pena conferir, além de retratar um assunto relevante, a ansiedade e seus efeitos. A obra, também dirigido por Fernanda Reis, está disponível no canal Amena e você pode assistir o desfecho dessa história por lá.

Cordão

A mais recente produção da Suprema Filmes conta a história de Carla (Ana Paula Assmann) e Letícia (Talyta da Rosa), que se conheceram pela Internet e desenvolveram uma relação de muito carinho. Carla está grávida e escondeu esse fato durante meses da companheira. A trama traz um questionamento aos espectadores: será que tudo pode mudar quando Letícia descobrir a verdade? Para saber a resposta dessa trama, é só conferir o curta-metragem no canal da produtora.

Pro Mundo (Out!) | Celia St. James uma mulher à frente do seu tempo


E vocês, já assistiram algum desses curtas? Conta para gente! 😉

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

.

Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

Published

on

“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

LesB Indica | Badhaai Do – uma salada de casamento de fachada, confusão familiar e amor

No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

Continue Reading

.

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

Published

on

Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

Continue Reading

.

LesB Saúde | A descoberta tardia da sexualidade

Published

on

Com a evolução de se ter a cultura sáfica (sáfica aqui carrega o sentido de mulheres que se relacionam com outras mulheres) sendo representada em produções artísticas e na mídia como livros, filmes e séries, se observarmos bem, nesses espaços o tema, na maioria das vezes, vem sendo abordado com a descoberta da sexualidade durante a adolescência. E sim, é importante ter essas produções voltadas para a identificação do público juvenil, entretanto, também se faz importante discutir sobre as possibilidades dessa descoberta em outras fases da vida, esse texto tem a intenção de refletir sobre isso.

Diante das outras possibilidades da descoberta, podemos usar como exemplo o recente casal Gabilana (Gabriela e Ilana) que vem sendo bastante falado; as personagens são interpretadas por Natália Lage e Mariana Lima na novela “Um Lugar ao Sol”, da Rede Globo. Casal esse que conseguiu ficar junto na trama só depois de 20 anos após se conhecerem, depois dos desencontros da vida. Durante o desenvolvimento da história das duas podemos perceber como elas lidaram com a heterossexualidade compulsória, o medo do julgamento e de se permitirem vivenciar quem são de verdade.

Pro Mundo (Out!) | Um pouco sobre Ilana Prates de “Um Lugar ao Sol”

Devemos considerar também que, para além de toda a invisibilidade percebida na mídia, o nosso dia a dia também faz parte desse processo de reconhecimento. Estamos atentas para conhecermos e conversarmos com mulheres que vivem essa realidade depois de certa idade, sendo esta uma idade que a sociedade julga como “errada” para descobrir a sua sexualidade. Portanto, o que essas mulheres sentem depois que percebem que estão nessa situação?

A experiência de mulheres que passam por essa descoberta “tardia” não envolve só a descoberta em si, mas devemos olhar também para outras complexidades que vêm com isso, como o sentimento de invalidação da sua sexualidade, além do possível sofrimento causado depois de anos experienciando o que as impedem de viver plenamente o que sentem.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

A representação da mídia traz aqui um papel importante, já que provavelmente mulheres dessas vivências passam pelo questionamento “não existem pessoas como eu?” e indagações semelhantes. A sensação de reconhecimento, além da troca com outras mulheres que passam pelo mesmo, pode importar e fazer a diferença na vida de quem é atravessada por essas questões.

Continue Reading

Bombando

%d blogueiros gostam disto: