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Poderosa Thor | Conheça melhor a deusa do trovão

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O painel da Marvel no Hall H da San Diego Comic Con deste ano foi repleto de novidades para os fãs da produtora. Tivemos anúncio de novas séries como “Wanda Vision” e “Loki” e novos filmes como “Eternals“, “Blade” e “Thor: Love and Thunder” que irá contar com o retorno da atriz Natalie Portman ao UCM, não somente no papel já conhecido de Jane Foster, mas como a Poderosa Thor. Sim! Isso vai mesmo acontecer. Então aqui vão algumas informações que você precisa saber sobre a personagem.

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Antes de falarmos sobre como a Jane Foster conseguiu assumir o manto de Thor, vamos falar sobre como o o antigo Thor se tornou indigno de empunhar o Mjolnir. Esse evento aconteceu na minissérie “The Unworthy Thor“, lançada em 2014. Essa história trazia Nick Fury, agora com os poderes de Vigia que, durante uma batalha contra o antigo Thor, sussurrou em seu ouvido que o vilão Gorr, que acreditava que os deuses são criaturas egoístas que só se importam consigo mesmas, estava certo fazendo com que o filho de Odin passasse a duvidar do papel dos deuses para com a humanidade e de si mesmo, tornando-se indigno de levantar o martelo.

O Mjolnir permaneceu abandonado na lua após a batalha, e de lá procurou telepaticamente por sua nova dona, Jane Foster, considerada digna devido ao seu altruísmo e a sua dedicação em salvar vidas como médica. Quando ela finalmente cedeu ao chamado, pediu para que Heimdall a levasse até o local e, ao chegar lá e pegar o martelo, Jane absorveu os poderes de Thor.

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Mesmo lutando contra um câncer terminal, Jane foi uma deusa do trovão tão poderosa quanto Odinson, até mesmo mais do que ele, já que conseguia se conectar e libertar a entidade que vivia dentro do martelo, a Mãe dos Trovões e empunhou o Mjolnir melhor até mesmo do que o seu antigo dono. Jane lutou contra fortes oponentes em seu tempo como Thor, entre eles o próprio Odin, Loki e vilões como Malekith e os Gigantes de Gelo.

Porém, por conta de sua doença, toda vez que ela usava o poder do trovão, todo o progresso de sua quimioterapia era completamente deletado já que a transformação mágica removia todas as toxinas de seu corpo com isso eliminando todo o medicamento. Quanto mais Jane se transformava mais o seu câncer crescia, chegando a atingir o estágio quatro.

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A chegada de Jane Foster em Asgard coincidiu também com um momento complicado para o reino, já que o elfo negro Malekith estava organizando seus exércitos para um ataque fulminante aos Dez Reinos eclodindo assim a Guerra dos Reinos.

Jane foi muito criticada quando assumiu o poder de Thor, sendo chamada de farsante por quase todos, mas isso nunca a impediu de lutar, e, se transformando pela última vez, a Poderosa Thor conseguiu derrotar as forças do mal, mas acabou morrendo logo após a batalha nos braços de Odinson.

Ao morrer, Odinson a levou até Valhalla para que junto de Odin pudesse revive-la, contudo ao final da Guerra dos Reinos, todas as Valquírias foram assassinadas e nenhum morto poderia mais ser levado a Valhalla. Porém o espírito de Brunnhilde e das Valquírias questionaram Jane se ela gostaria de uma uma segunda chance e, com isso, ela se tornou então uma nova Valquíria.

Como já era de se imaginar, quando a Marvel anunciou que a próxima pessoa a assumir o manto de Thor seria uma mulher, em 2014, alguns fãs do herói reclamaram e exigiram que as HQs retornassem a abordar o “verdadeiro Thor”. Contudo, os quadrinhos da Poderosa Thor tiveram um sucesso de venda ainda maior que as do Thor na época e foram publicados por cerca de quatro anos, se tornando um sucesso e até mesmo concorresse ao prêmio Eisner, o mais importante no universo dos quadrinhos.

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Taika Waititi, que fez um trabalho incrível em “Thor: Ragnarok“, tem uma ótima personagem em mãos para poder trabalhar e uma atriz que poderá fazer jus a importância que a Poderosa Thor teve nas páginas coloridas da Marvel. Estamos ansiosas pelo resultado.

Myrella Oliveira é a co-criadora do LesB Out!, estudante de Publicidade, designer e sonha mais do que pode realizar. Acumula livros que não tem tempo pra ler e séries que não tem tempo para assistir. Feminista, bissexual e orgulhosa, além de ser esquecida e absurdamente dramática. Enxerga o mundo de um jeito bem singular. Mora no litoral ensolarado do Rio de Janeiro.

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LesB Saúde | Competitividade entre mulheres LGBTQIA+

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Assumir que há competitividade entre as mulheres LGBTQIA+ é perceber que, infelizmente, essa realidade existe entre as mulheres da comunidade, mas enfrentar isso nos dá uma chance de entender e repensar essa atitude, de como estamos lidando com a companhia das outras, por que isso acontece e como afeta nossa saúde mental.

Quando falamos de saúde mental, na maioria das vezes a associamos a processos individuais, mas saúde mental é muito mais do que isso, como estamos trazendo em vários textos aqui na coluna de Saúde Mental do LesB Out!. Pensando na saúde mental de mulheres LGBTQIA+, há temas específicos que surgem diante das nossas vivências e que dificilmente estão em revistas científicas ou são temas de estudos feitos na área acadêmica, mas que estão sendo discutidos e percebidos por quem vive essa realidade.

LesB Saúde | Prevenção de ISTs para mulheres

Quem nunca frequentou um espaço (o famoso rolê) em que estejam outras mulheres da comunidade LGBTQIA+ e em que, mesmo antes de trocarem palavras (e de chegarem a fazer isso, pois, muitas vezes, as conclusões são tiradas por meio de olhares), acaba se criando um espaço de competição? Essa guerra silenciosa que é armada evidencia alguns fatores que resultam no fortalecimento de estereótipos que tanto lutamos para extinguir.

Nessa disputa presencial entram tópicos como: quem está gastando mais dinheiro, quem está acompanhada da mulher mais bonita (e, se for uma mulher — por exemplo, se for um homem acompanhando uma mulher bissexual —, essa mulher pode sofrer até silenciamento por causa disso) e até questões sobre quem está vestindo o melhor look. Então, quando comparações financeiras e físicas são feitas, cria-se uma situação que abre espaço para que pequenas violências sejam cometidas umas contra as outras, mesmo que de forma velada.

LesB Saúde | A solidão de mulheres sáficas

Consequentemente, isso deixa explícito o quanto essa competitividade é um empecilho para o fortalecimento de nós, mulheres LGBTQIA+, tanto de forma coletiva quanto individual. Temos o direito de sentir afeto e acolhimento umas com as outras e, enquanto grupo, politicamente falando. Afastar-nos desse lugar de afeto que merecemos reforça as ações estereotipadas que nos agridem. Desse modo, é importante reforçar a importância de não reproduzir essas atitudes que influenciam nossa saúde mental, para, assim, gerar acolhimento de todas as formas enquanto comunidade.

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Crítica | Por Trás da Inocência – longa-metragem com potencial não explorado

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“Por Trás da Inocência” é um filme de 2021 que conta a história de Mary Morrison (Kristin Davis), uma famosa escritora de suspense, se preparando para embarcar em uma nova obra, a autora decide contratar uma babá para ajudar nos cuidados com as crianças.

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No entanto, a trama sinistra do livro começa a se misturar com a realidade. Mary seria vítima de uma perigosa intrusa, ou estaria imaginando as ameaças? Conforme o livro da escritora se desenvolve, a vida dos familiares é colocada em risco.

Quando assistimos a candidata a babá Grace (Greer Grammer) entrar pela porta, ela faz uma cara de psicopata à câmera. Clássico. E em uma de suas primeiras frases, a garota comportada até demais afirma: “Eu sou um pouco obsessiva”. E é neste momento que já conseguimos pensar no que vem pela frente.

O que mais incomoda nessa personagem é que ela foi fetichizada desde o início de “Por Trás da Inocência”. Ela parece ser constantemente usada para justificar a “nova” atração de Mary por mulheres, que até então nunca tinha acontecido. É como se Mary tivesse sido privada de todos os seus desejos e somente com a chegada dela tudo emergisse.

Soa familiar para vocês?

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

A diretora e roteirista Anna Elizabeth James tem a mão leve para a condução das cenas. Talvez ela tema que suas simbologias não sejam claras o bastante, ou duvide da capacidade de compreensão do espectador. De qualquer modo, ressalta suas intenções ao limite do absurdo: o erotismo entre as duas mulheres se confirma por uma sucessão vertiginosa de fusões, sobreposições, câmeras lentas e imagens deslizando por todos os lados, sem saber onde parar.

A escritora bebe uísque e fuma charutos o dia inteiro (é preciso colocar um objeto fálico na boca, claro), enquanto a funcionária mostra os seios, segura facas de maneira sensual e acidentalmente entra no quarto da patroa sem bater na porta. “Por trás da inocência” se torna um herdeiro direto da estética soft porn da televisão aberta por suas simplicidades e exageros. Ou seja, típico filme feito para agradar homens.

Este é o clássico filme sáfico que poderia ser muito bom, mas foi apenas mediano. Infelizmente, o longa só nos mostra mais uma vez o quanto ainda temos um longo caminho pela frente nessa indústria.

ANNE+: O Filme e o relacionamento de Anne e Sara em uma nova fase

“Por trás da inocência” está disponível para assistir na Netflix.

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LesB Cast | Temporada 2 Episódio 02 – The Wilds e teorias para a segunda temporada

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Fala LesBiCats, o LesB Cast está de volta com um novo episódio. Desta vez, vamos conversar sobre a série do Prime Video “The Wilds”, que retorna dia 6 de maio, o desenvolvimento das personagens ao longo da primeira temporada e PRINCIPALMENTE, o que esperamos do segundo ano da produção. Estão preparadas para nossas teorias?

Nesta edição contamos com a presença da nossa apresentadora Grasielly Sousa, nossa editora-chefe Karolen Passos, nossa diretora de arte Bruna Fentanes e nossa colaboradora França Louise. E aí, vamos conversar sobre “The Wilds”?

Se você gostar do nosso podcast, quiser fazer uma pergunta ou sugerir uma pauta, envie-nos uma DM em nossas redes sociais ou um e-mail para podcast@lesbout.com.br 😉

Créditos:

Lembrando que nosso podcast pode ser escutado nas principais plataformas como: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music e Google Podcasts.

Espero que gostem. Até a próxima!

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Bombando