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Um resumo para chamar de seu: Stranger Things

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“Stranger Things”, uma das séries de maior sucesso da Netflix, está voltando para sua penúltima temporada que será divida em duas partes, sendo que a primeira estreia hoje. Mas depois de tanto tempo, será que vocês ainda lembram o que rolou nas três temporadas anteriores?

(Contêm spoilers das três temporadas da série)

A história que remete aos clássicos filmes dos anos ’80 se passa no final dessa década em Hawkins, Indiana. Quatro amigos jogando Dungeons & Dragons não esperavam que ali mesmo, em sua cidade, os monstros do RPG tomariam vida.

Primeira Temporada

A primeira temporada se passa em 1983. Logo depois de encontrar uma coisa estranha no anexo da casa, Will Byers (Noah Schnapp) desaparece. Seus amigos Mike (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo) decidem ir em busca do amigo desaparecido mal sabendo o que topariam. Ao mesmo tempo, aparece na cidade uma menina esquisita, careca, fugida de algum lugar e que mal falava, apenas dizia como era chamada, Onze (Millie Bobby Brown), graças ao numeral marcado no antebraço dela.

A mãe de Will, Joyce (Winona Ryder), também está em uma busca quase frenética pelo filho, mesmo com todos na cidade tomando ela por louca. 

Onze é encontrada pelo Delegado Jim Hopper (David Harbour), mas foge e acaba se encontrando com Mike. Estranhamente, Onze sabia informar onde Will estava: no mundo invertido; uma realidade paralela e aterrorizante que espelha o mundo real e que é morada para diversos monstros.

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É aí que descobrimos que a cidade de Hawkins é um lugar de origem de um projeto ultrassecreto do governo que utiliza de portais e da energia desse descoberto mundo invertido, além de usar crianças para lhes dar habilidades extraordinárias. No caso de Onze, seu “poder” é a telecinese. Will acabou tendo o azar de ir para esse mundo invertido após a fuga de uma criatura, o Demogorgon.

Mike, Dustin, Lucas e Onze estão em busca de Will, junto com Jonathan (Charlie Heaton), o irmão mais velho de Will, Steve (Joe Keery) e Nancy (Natalia Dyer) que nessa loucura, teve sua melhor amiga chamada Barb (Shannon Purser), levada pelo Demogorgon para o mundo invertido também. Além disso, Onze estava sendo perseguida pelos responsáveis do projeto, já que ela era uma cobaia importante para eles.

No final da temporada Hopper e Joyce vão juntos para o mundo invertido, ambos “paramentados” para resgatar Will enquanto Onze e os outros lutam contra o Demogorgon. Eles vencem, porém Onze é levada pelo portal do mundo invertido e o fecha.

Segunda Temporada

A segunda temporada se passa em 1984, Will está de volta ao mundo normal, Nancy e Jonathan estão juntos tentando sobreviver, e todos os amigos sentem falta de Onze, que se sacrificou para salvá-los. Estão todos seguindo em frente, porém Will ainda está de alguma forma conectado ao mundo invertido. Ele consegue ver que há mais coisas vindo, monstros maiores.

Enquanto isso, Onze está “desaparecida” para todos, entretanto, ela foi resgatada por Hopper que a está mantendo escondida por conta dos agentes e cientistas que estão atrás dela. Hopper está fazendo de tudo para manter Onze em segurança, porém ela sente falta dos amigos e também está em busca das suas próprias origens, afinal, ela não nasceu no laboratório.

Enquanto isso, os amigos conhecem os novos moradores de Hawkins, Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery). Max é uma jovem que logo de cara já provoca os meninos, provando ser melhor que eles no fliperama, já Billy, meio-irmão mais velho de Max, é um bully, que logo cria uma rivalidade com Steve para ver quem era o mais popular da escola. Max acaba fazendo amizade com Dustin, Lucas, Mike e Will, apesar de Lucas e Dustin apresentarem certo interesse em serem mais do que amigos.

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Enquanto isso, Onze foge de Hopper, em sua busca pessoal por suas origens, acaba descobrindo outra jovem igual a ela, a Oito (Linnea Berthelsen), que agora atende pelo nome de Kali. Ela tem o poder de manipular a mente das pessoas. Assim como Onze, ao utilizar muito do seu poder, seu nariz sangra. Onze também descobre quem é sua mãe e seu nome real, Jane Ives.

Kali oferece uma chance de Onze ficar com ela e as duas viverem, de certa forma, na clandestinidade, contudo, Onze acaba desistindo e voltando para Hawkins para ajudar novamente seus amigos, pois Will está sendo usado como uma espécie de hospedeiro para o nascimento de um novo monstro vindo do mundo invertido.

Todos, incluindo Bob (Sean Astin), o namorado de Joyce, vão até o laboratório de onde está aberto um novo portal e de onde fugiram os “demodogs” demogorgons que “parecem” cachorros. Dustin chega a criar um deles achando que seria inofensivo, porém, em dado momento, tem que se livrar do bicho e pede a ajuda de Steve para isso. Onze, então, usa muito do seu poder para fechar o portal e interromper o nascimento do devorador de mentes que estava utilizando o corpo de Will.

Por fim, ela consegue, o nascimento do monstro é interrompido e Will está salvo. Ao final, há um baile na escola e Mike finalmente se declara para Onze, além de Lucas ter conquistado Max. Dustin, se sentindo meio deslocado, acaba ganhando uma dança com Nancy.

Terceira Temporada

A terceira temporada começa com a chegada de um shopping em Hawkins, o Starcourt Mall. Ao mesmo tempo, é mostrado que cientistas russos também estavam em busca de abrir um portal para o mundo invertido. Enquanto isso, Dustin retorna de um acampamento falando sobre sua namorada Suzie (Gabriella Pizzolo), entretanto, nenhum dos amigos acredita que Suzie seja real; Lucas e Max estão juntos, assim como, Mike e Onze, apesar de Hopper não gostar muito da ideia. Ele adotou Onze para que ela pudesse ir à escola e viver como uma adolescente normal, mas os planos dele não envolviam um namorado.

Nancy e Jonathan estão trabalhando no jornal da cidade e começam a investigar acontecimentos estranhos relacionados à uma fábrica antiga e ratos. Antes disso, Billy havia passado por essa fábrica e sofreu um acidente. Nisso, acabou possuído por alguma coisa gosmenta. Onze e Max superam a antipatia inicial e se tornam amigas e estão sempre confabulando sobre garotos, e Will ainda sente a presença do devorador de mentes, ele ainda está no mundo real; ao menos, parte dele.

Nessa temporada, vemos Steve trabalhando na sorveteria do Shopping e sua colega de trabalho Robin (Maya Hawke) é uma personagem que vira sua amiga e confidente sobre as frustrações de se tornar um adulto.

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Hopper e Joyce descobrem um laboratório em uma das propriedades abandonadas de Hawkins, laboratório esse controlado pelo russos e tem sua base embaixo do Starcourt Mall, que é uma fachada para a base. Dustin, Steve, Robin e Erica (Priah Ferguson), a irmã mais nova de Lucas, também percebem atividades estranhas no shopping e vão investigar. Com isso, acabam dando de cara com vários agentes russos.

Dito isso, começa uma batalha no Starcourt Mall contra agentes russos enquanto Onze, Max, Mike, Will e Lucas encontram com Billy que está possuído pelo devorador de mentes e reunindo um exército de outros possuídos para dar forma ao monstro. Billy possuído enfrenta Onze que tenta trazê-lo de volta à realidade, porém ao se dar conta do ocorrido, Billy se sacrifica para poder salvar a todos.

Enquanto a batalha do shopping ocorre, Steve se declara para Robin, porém ela diz que gosta de meninas, falando sobre um caso em que era apaixonada por uma garota de sua sala na escola. Com isso, Steve e ela ficam mais próximos. Joyce e Hopper estão na base, tentando fechar o portal que está aberto, entretanto, ao ativar o desligamento de energia, faz com que todos na base desapareçam, sobrando somente Joyce que acredita que Hopper morreu.

Passam alguns dias e Joyce, que agora se tornou a responsável por Onze, decide que ela e os Byers se mudarão de Hawkins, e é assim que a terceira temporada termina.


Obviamente isso aqui é um resumo com os pontos importantes que não substitui por completo rever as três temporadas para ter a experiência completa do que é “Stranger Things”. Além disso, existem as Histórias em Quadrinhos e livros que também complementam este universo.

“Stranger Things” retorna hoje, dia 27 de maio, com a primeira parte da quarta temporada e no dia 1º de julho sai a segunda parte. A quarta temporada vai alternar entre Hawkins e a Califórnia, além de uma prisão russa.


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5 séries médicas com representatividade sáfica

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Se você gosta de séries médicas e ainda procura histórias com personagens LGBTQIA+, essas cinco produções merecem a sua atenção. Algumas colocam o romance em destaque, outras exploram mais o desenvolvimento das personagens, mas todas têm algo em comum: entregam boas histórias dentro do universo da medicina.

Nurses

Diferente da maioria das séries do gênero, “Nurses: Plantão Enfermagem” deixa os médicos em segundo plano e acompanha o dia a dia dos enfermeiros. Isso faz com que a narrativa apresente um lado da profissão que raramente ganha destaque na televisão. Além dos casos médicos, a série também traz representatividade LGBTQIA+ de forma natural. Infelizmente, foi cancelada após apenas duas temporadas, deixando a sensação de que ainda tinha muito potencial para explorar.

SkyMed

Se você já cansou dos corredores de hospital, SkyMed” oferece uma proposta diferente. A trama acompanha uma equipe de resgate aéreo que presta atendimento em comunidades remotas do Canadá, combinando muita ação, emergências e paisagens incríveis. O elenco conquista rapidamente e a série também inclui personagens sáficas entre suas histórias.

DOC

Uma das produções mais recentes da lista, “DOC” acompanha uma médica que perde parte da memória após um acidente e precisa reconstruir sua carreira e sua vida pessoal praticamente do zero. A série equilibra muito bem os casos médicos com o drama emocional das personagens, além de incluir representatividade LGBTQIA+ ao longo da narrativa.

New Amsterdam

“Hospital New Amsterdam: Toda Vida Importa” vai além dos diagnósticos e cirurgias ao discutir um sistema de saúde mais humano e acessível. Entre tantos personagens marcantes, a Dra. Lauren Bloom (Janet Montgomery) se destaca por sua complexidade, seus desafios pessoais e sua trajetória ao longo da série. Sua história é uma das mais envolventes da produção e contribui para a representatividade sáfica presente na trama.

Grey’s Anatomy

É impossível falar de séries médicas sem mencionar Grey’s Anatomy. Ao longo de mais de duas décadas, a série apresentou diversos casais LGBTQIA+, incluindo alguns dos romances sáficos mais marcantes da televisão. Entre perdas, reviravoltas, dramas e personagens inesquecíveis, continua sendo uma referência quando o assunto é série médica e representatividade.

E agora fica a pergunta: qual série médica com representatividade sáfica você incluiria nessa lista? Tem alguma que merece entrar na próxima maratona do LesB Out?

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Francesca Bridgerton e o desconforto de romper estereótipos

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Francesca Bridgerton (Hannah Dodd) começou a ganhar mais destaque na produção da Netflix na terceira temporada, quando decide se casar com John Stirling (Victor Alli). A única exigência da personagem era se unir a alguém gentil e, ao conhecer John, o relacionamento dos dois causa certo estranhamento pelo longo período em que permanecem em silêncio na presença um do outro.

Na história original dos livros, após se casar com John, Francesca vive alguns anos de matrimônio até que ele falece, e ela acaba se envolvendo com seu primo, Michael Stirling. A série, no entanto, seguiu outro caminho: o interesse amoroso da personagem é apresentado no final da temporada como Michaela Stirling (Masali Baduza), uma mulher. Isso gerou um verdadeiro caos na internet, especialmente entre os fãs da obra original.

Mas por que a mudança na sexualidade da Francesca incomoda tanto?

Ela incomoda porque confronta uma fantasia muito específica que o público construiu sobre nós, mulheres que amam mulheres, e sobre como essa história deveria ser contada. Existe uma expectativa quase automática de que a personagem óbvia fosse Eloise. Afinal, interpretada por Claudia Jessie, Eloise é questionadora, verbal, crítica das normas sociais e desconfortável com o casamento. Quando essa leitura se impõe, ela revela mais sobre quem assiste do que sobre a narrativa: ainda esperamos que a mulher lésbica seja aquela que rejeita a feminilidade, o romance tradicional e a delicadeza; a que se opõe e rompe de forma explícita. O que muitos se esquecem é que essa possibilidade já está fora de cogitação, já que o interesse amoroso de Eloise foi apresentado ainda na primeira temporada.

Francesca Bridgerton faz o caminho oposto e é exatamente por isso que incomoda. E também por isso que ela é perfeita para esse papel. Ela performa a feminilidade com maestria: é discreta, educada, elegante, cuidadosa com as palavras e dona de um humor astuto e subversivo. Cumpre o roteiro esperado: casa-se, tenta, insiste, ocupa o lugar que lhe foi destinado. Ela segue tudo o que a sociedade impôs sobre o que uma lady deveria ser. E, ainda assim, algo não se encaixa. Não por falta de afeto, não por trauma, não por rebeldia. Francesca ama John profundamente, isso é perceptível. Mas existe a ausência de desejo no casamento, ou talvez eles simplesmente não se encaixem na cama, o que é totalmente possível. Essa é uma narrativa que desestabiliza os fãs da história de Francesca, que recorrem a justificativas rasas para tentar apagar uma história entre duas mulheres, uma história que pode, sim, carregar o desejo intenso que “Bridgerton” costuma entregar em suas temporadas.

Resenha | Cupidos não se apaixonam – o melhor livro da Clara Alves (até agora)

Ao deslocar essa descoberta para uma personagem como Francesca, “Bridgerton” toca em um ponto sensível: a ideia de que mulheres femininas, silenciosas e aparentemente “bem ajustadas” também podem viver a heterossexualidade compulsória e que, muitas vezes, só conseguem nomeá-la depois de cumprir todas as expectativas colocadas sobre elas e ainda assim sentir que algo falta. Esse sentimento só nasce quando existe desconforto. E mudança exige desconforto. Ninguém nasce sabendo sua sexualidade, nem mesmo em uma história ambientada no século XIX.

Não se trata de “mudar” a sexualidade da personagem, mas de revelar algo que nunca teve espaço para existir antes. Isso confronta uma lógica narrativa muito comum: a de que mulheres sáficas precisam ser anunciadas cedo, de forma clara e quase pedagógica, para que sejam validadas.

E talvez seja isso que mais incomode: essa história não está ali para ensinar, justificar ou tranquilizar o público. Ela simplesmente existe e lembra que nem toda mulher que ama mulheres é visível, óbvia ou fora do padrão. Algumas só descobrem quando percebem que viver o roteiro certo ainda pode significar viver a vida errada.

Review | Olympo – Primeira Temporada

Uma adaptação sempre será uma adaptação. Se você quer a história original, o livro continua lá, intacto. Se você quer decidir por nós qual é a personagem ideal para ser lésbica ou bissexual, por favor, não faça. Aceite sua insignificância. E, para finalizar, não diga que já existem inúmeras produções com personagens sáficas se amando e que há espaço em outros lugares, porque não há. Ou essas produções são constantemente canceladas, ou suas personagens são mortas, ou terminam sozinhas, sem explicações óbvias (sim, estou falando de Robin (Maya Hawke) em “Stranger Things”).

Nós vamos, sim, ver em “Bridgerton” uma mulher se envolvendo com outra mulher e explorando o desejo. E, se você não gosta, simplesmente não assista. O que vocês não têm é o direito de decidir o que é melhor para nós.

No fim, o desconforto não é com Francesca. É com a quebra de um estereótipo que muita gente ainda não está pronta para abandonar.

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5 séries que lançaram temporadas esse ano (e talvez você não tenha assistido ainda)

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Com tanta série estreando e voltando em 2025, é fácil deixar passar algumas histórias incríveis, especialmente aquelas que escondem personagens femininas que merecem todo o nosso carinho. Então, se você está procurando algo novo para maratonar, segura essa lista com cinco produções que ganharam temporada nova esse ano e que podem ter passado batido no seu radar.

LesB Indica | O Ultimato: Queer Love – realidade, drama e amor entre mulheres

1. Os Bucaneiros (Apple TV+)

Um drama de época cheio de vestidos pomposos, festas e intrigas sociais, mas com uma pitada de rebeldia. Mabel (Josie Totah) não apenas desafia as regras da época: ela também vive um romance proibido com outra mulher, trazendo representatividade sáfica para a trama.

2. Motorheads (Prime Video)

Entre corridas, adrenalina e muita paixão por carros, quem rouba a cena é Caitlyn (Melissa Collazo). Irmã gêmea de Zac (Michael Cimino), ela é uma gênia da mecânica e não tem medo de meter a mão na graxa. Sua mudança para a cidade natal dos pais é também uma busca pessoal: descobrir o paradeiro do pai desaparecido. Uma pena que a série tenha sido cancelada com apenas uma temporada, mas ainda vale conferir pela personagem.

3. Silo (Apple TV+)

Na distopia de “Silo”, cada detalhe importa para a sobrevivência. Marta (Harriet Walter) é responsável pela oficina de eletrônica no nível Mecânico e se tornou quase uma mãe substituta para Juliette (Rebecca Ferguson), desde quando ela ainda era aprendiz. É uma daquelas figuras que mostram como laços afetivos podem se formar até nos lugares mais sombrios.

4. SkyMed (Paramount+)

Drama, adrenalina e emoção marcam “SkyMed”, que acompanha uma equipe de jovens pilotos e enfermeiros em missões de resgate aéreo no Canadá. Lexi (Mercedes Morris) é uma mulher forte, inteligente e determinada, que luta pela vaga de piloto-chefe na equipe. Entre adrenalina, dilemas pessoais e intensidade emocional, ela dá ainda mais brilho à série.

5. Olympo (Netflix)

Nada de mitologia: aqui o drama é real. “Olympo” acompanha jovens nadadores em um centro de alto rendimento, enfrentando rivalidades, treinos pesados e muita pressão emocional. Zoe (Nira Osahia) é, de cara, uma personagem difícil de gostar, mas com o tempo conquista o público. Carrega a dor da perda de sua melhor amiga em um acidente de carro e, enquanto lida com o luto, precisa decidir se vai ou não usar seu talento esportivo.

LesB Cast | Temporada 4 Episódio 03 – Nossos pitacos sobre a quarta temporada de “Hacks”


Agora me conta: qual dessas personagens te deixou mais curiosa?

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