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LesB Indica | É Tudo Meu – K-drama recheado de segredos e escândalos

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Uma família rica, herdeiros, segredos, escândalos. A trama é parecida com as novelas latinas, mas é um K-drama de muito sucesso. É Tudo Meu” (“Mine”) conta a história da família Hyowon, contudo, foca nas mulheres que entraram para fazer parte dessa família.

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Jung Seo-Hyun (Kim Seo-hyeong) é casada com o filho mais velho da família, Jin-ho (Hyuk-kwon Park), um homem viciado em jogos e totalmente à parte do que a família consideraria ideal para um herdeiro. Seo-Hyun é dona de uma galeria de arte, que é sua paixão, e ainda sim está sempre de olho nos negócios do marido, por mais que a relação dos dois seja basicamente um acordo comercial e puramente de aparências.

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Hi-Soo (Lee Bo-young) é casada com o filho do meio da família e tem um enteado por quem tem um grande carinho até essa relação ficar abalada com a chegada de uma espécie de Au Pair para o menino, que também esconde um segredo sobre quem ela realmente é e qual é a sua relação com essa família.

A família vive uma série de conflitos que afetam a todos, além disso, eles vivem em um mesmo complexo de mansões o que faz com que todos sempre estejam a um passo de explodir.

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Seo-Hyun, além de “cuidar” do marido e tomar conta do seu próprio negócio, vive também em função de um relacionamento passado. Quando era jovem, viveu um amor com a amiga e artista plástica Suzy Choi (Jeong-hwa Kim), mas teve que suprir sua sexualidade em função do status que construiria para sua família ao se envolver com a família Hyowon. Teve um filho para ter um herdeiro para a família, entretanto, sempre estava às voltas de pensar em Suzy, e agora com o negócio no ramo da arte, sentia que poderia se aproximar novamente da mulher, e, ao longo do tempo, ela vai buscando suporte para poder se aceitar e se permitir 

É Tudo Meu” (“Mine”) é um K-Drama, de 2021, com 16 episódios e está disponível na Netflix.

França, 25 anos, fã incondicional de Grey’s Anatomy. Mora em SP mas ama viajar. Viciada em livros de fantasia e romances policiais, espera um dia poder ter tempo de colocar a suas leituras e séries em dia.

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LesB Indica | Meu Primeiro Verão – filme sobre descobertas no luto

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“Meu Primeiro Verão” é um filme de drama australiano que acompanha a história de Claudia (Markella Kavenagh) e Grace (Maiah Stewardson), duas adolescentes de realidades e personalidades completamente diferentes, que se conhecem em meio a uma tragédia. A partir disso cresce um sentimento de amizade e de cuidado entre as duas.

LesB Indica | Descobertas do Amor – um romance adolescente sobre o primeiro amor

Claudia cresceu em um mundo criado por sua mãe que acreditava que todos os seres humanos eram cruéis, por isso ela esteve isolada por longos anos sem conhecer outras pessoas ou viver de verdade. Grace vem de uma família problemática, um mundo em que não é verdadeiramente amada. Depois que as duas garotas se encontram, ambos os mundos parecem fazer sentido novamente. De algum jeito, uma começa a completar os vazios da outra e o que era uma amizade vai se tornando algo novo que as jovens ainda desconhecem.

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 05 – Yellowjackets, primeira temporada e nossas teorias para a segunda

Com direção de Katie Found, o longa-metragem se passa em uma área rural onde as casas são distantes umas das outras, o que favorece o crescimento dessa relação. Assim, Claudia começa a conhecer o mundo através dos olhos de Grace, e passa a se abrir a novas realidades que ela jamais seria capaz de conhecer sozinha. Desta forma, “Meu Primeiro Verão” mistura a descoberta do mundo por causa do luto e ao mesmo tempo no luto.

O filme retrata duas adolescentes que buscam na companhia uma da outra amenizar traumas que apenas elas que vivem podem compreender. Conectadas através do afeto e da empatia que construíram em tão pouco tempo, elas são movidas através de uma narrativa sensível contrastando seus medos e inseguranças, curiosidades e alegrias.

Review | The Wilds – Segunda Temporada

O longa-metragem não é sobre um casal, mas sobre duas jovens que se descobrem e desvendam o mundo juntas, e vale a pena ser conferido, afinal, traz em sua narrativa reflexões sobre diferentes visões de mundo entrando em harmonia e trata também de responsabilidade afetiva. “Meu Primeiro Verão” estreou em 2020 e hoje está disponível no Brasil através do canal de streaming Filmicca.


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LesB Saúde | A construção da identidade de pessoas LGBTQIA+

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A construção da identidade pessoal é um processo tanto individual quanto coletivo, influenciado pelo contexto histórico e pela cultura de onde cada um está inserido. Essa construção ocorre desde o início do desenvolvimento infantil, mesmo com a influência de múltiplos fatores e com as diversas mudanças que podem aparecer durante a vida, as marcas do processo inteiro continuarão presentes.

Editorial | Quatro anos do LesB Out! e novidades

Esse processo de construção identitário para grupos considerados minorias se relacionam diretamente com situações estressoras, por estarem expostos a violência, implícita e explícita. Para a população LGBTQIA+, algumas dessas situações de violência são mais específicas, como a dificuldade de aceitação por parte de pessoas próximas e distantes, e a perspectiva de que a vida não se encaixa no padrão que a sociedade impõe como “normal”. 

Esses estressores têm um impacto direto na saúde, tanto física quanto mental dos indivíduos, sendo agravantes, ou até precursores, para ansiedade, depressão, e até Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Além disso, os impactos podem aparecer de outras formas, como a perspectiva de ter perdido partes da vida ou só conseguir viver da forma que gostaria mais velhos, o que aparece em frases como “só consegui viver minha adolescência depois que virei adulto”. Assim, todo o processo de crescer, entender seu gênero, entender sua sexualidade, e se entender como indivíduo, pode ser mais complexo e envolto de sofrimento do que para aqueles que se encaixam em todos os padrões.

LesB Saúde | Rede de Apoio – vínculos entre a população LGBTQIA+

Isso não quer dizer, no entanto, que ser LGBTQIA+ é um gerador de sofrimento. Primeiro, o que leva a qualquer dor relacionada a isso é como o entorno lida com o que é considerado diferente. E em segundo lugar, ter pessoas e locais que apoiam e não excluem essa população já é um fator de proteção que tem um grande impacto positivo, mitigando parte das questões danosas que podem ser geradas por diferentes contextos.

Discutir esse assunto não deve servir para simplesmente gerar incômodo, mas sim para gerar reflexão tanto dos processos que passamos para termos chegado em quem somos hoje, quanto em como podemos pensar no coletivo, para que outras pessoas não precisem passar pelos mesmos estressores. Assim, com certeza é de extrema importância lutar contra situações de injustiça e violência, além da busca por maiores direitos, para que mudanças em um âmbito maior ocorram, contudo, o oferecimento de espaços seguros e a formação de redes de apoio, dentro e fora da comunidade LGBTQIA+, já geram grande impacto.


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Editorial | Quatro anos do LesB Out! e novidades

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Hoje o LesB Out! completa quatro anos de existência e decidi quebrar a quarta parede (risos) e começar este texto agradecendo a todos vocês que nos acompanham, interagem conosco nas redes sociais – ou por aqui ou pelo e-mail – e confiam no trabalho que estamos realizando.

Este veículo de comunicação tem sido uma jornada incrível desde o dia um. E é de suma importância saber a diferença que ele faz na vida das pessoas que colaboram para que ele possa existir. O site surgiu da ideia de criar conteúdo de qualidade para o público feminino LGBTQIA+ e também de ser um espaço seguro para pessoas LGBTQIA+.

LesB Cast | Temporada 2 Episódio 04 – o protagonismo feminino LGBTQIA+ na “Shondaland”

Temos precaução com todo conteúdo que levamos ao ar, realizando uma verdadeira curadoria. Aqui trabalhamos com fact-checking, em que todos os nossos conteúdos são verificados, passando por processos de edição e combatendo as fake news. Ademais, nos preocupamos em oferecer um conteúdo transparente sempre em busca de pautas que possam agregar e gerar debates na comunidade feminina LGBTQIA+.

Estamos e estaremos sempre atentas e prontas para agregar positivamente a conversa na nossa comunidade!

Dito isto, gostaria de anunciar três novidades que nos dedicaremos, além das que vocês já estão acostumados, pelos próximos meses.

1. Revista 2.0

SIM! Teremos uma segunda edição da Revista LesB Out!. No início do mês de junho de 2021 anunciamos que lançaríamos a primeira revista brasileira feita por mulheres LGBTQIA+ para mulheres LGBTQIA+, como uma extensão do nosso site. A revista foi ao ar em agosto e já alcançamos mais de 5000 visualizações. Com isso em mente, decidimos fazer mais uma edição e em breve divulgaremos a data.

2. Podcast Semanal e Edições Especiais

Em junho o nosso LesB Cast, que retornou recentemente, permanecerá sendo semanal e saindo todos os domingos às 19 horas. A princípio, o podcast aconteceria de 15 em 15 dias, após o mês do aniversário, contudo, decidimos mantê-lo como semanal trazendo diferentes temas para debatermos.

Estamos sempre pensando na melhor forma de trazer conteúdo para vocês e por esta razão, o LesB Cast ganhará dois quadros especiais: o primeiro, com o nome de “Extrato da Semana”, será um podcast semanal, tendo início no dia 3 de junho, de até 25 minutos, em que falaremos sobre as novidades da semana no universo de cultura pop LGBTQIA+. O segundo será um quadro mensal com o nome de “O que estamos lendo?”, em que conversaremos brevemente, por no máximo 25 minutos, sobre o livro do mês do nosso Clube do Livro.

Review | Heartstopper – Primeira Temporada

Além dessas novidades, teremos outras que em breve anunciaremos para vocês – fica o mistério (risos). Espero que tenham gostado! E novamente, obrigada por tornarem a existência do LesB Out! uma realidade.

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