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Visibilidade Bissexual | 20 personagens bissexuais das séries de TV e streaming
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1 hora agoon
A bissexualidade também está presente em diferentes gêneros e formatos das séries de TV e streaming. De comédias a dramas, passando por fantasia, ficção científica, animação e produções de ação, existem personagens bissexuais vivendo romances, enfrentando conflitos, salvando o mundo, construindo suas carreiras e, simplesmente, vivendo suas histórias.
Para celebrar a visibilidade bissexual, reunimos 20 mulheres bissexuais de séries de TV e streaming que tiveram temporadas ou episódios lançados depois de 2021. A lista inclui personagens que já fazem parte de histórias conhecidas e outras que podem ser uma boa descoberta para quem procura novas produções para assistir.
Atenção: a lista a seguir contém spoilers sobre relacionamentos e descobertas de sexualidade de algumas personagens.
1. Ava Daniels — Hacks
Inteligente, ambiciosa e com uma personalidade afiada, Ava Daniels (Hannah Einbinder) é uma das roteiristas de “Hacks”. Enquanto tenta construir sua carreira ao lado da lendária comediante Deborah Vance (Jean Smart), Ava também vive diferentes experiências em sua vida pessoal. A produção da Max mistura comédia e drama ao acompanhar a relação profissional e pessoal entre duas gerações diferentes da comédia.
2. Bela Malhotra — A Vida Sexual das Universitárias
Bela Malhotra é uma das estudantes acompanhadas por A Vida Sexual das Universitárias, comédia da Max. Interpretada por Amrit Kaur, a personagem é ambiciosa e sonha em trabalhar com comédia. Sua bissexualidade é explicitamente estabelecida na terceira temporada, lançada em 2024, ampliando também as possibilidades de sua vida afetiva dentro da história.
3. Cruz Manuelos — Special Ops: Lioness
Em “Operação: Lioness”, série de ação e espionagem da Paramount+, Cruz Manuelos é uma fuzileira naval recrutada para o programa Lioness e enviada para uma missão de infiltração. Interpretada por Laysla De Oliveira, a personagem demonstra atração por homens e mulheres e desenvolve um envolvimento romântico com Aaliyah Amrohi (Stephanie Nur) durante a operação. A produção combina ação, espionagem e conflitos pessoais em meio às missões.
4. Shauna Shipman/Sadecki — Yellowjackets
Shauna é uma das sobreviventes do acidente aéreo que deixa uma equipe de futebol perdida na natureza em “Yellowjackets”. A personagem é interpretada por Sophie Nélisse na adolescência e Melanie Lynskey na fase adulta. Casada com Jeff (Warren Kole), Shauna também vive, no passado, um relacionamento com Melissa (Hilary Swank/Jenna Burgess), enquanto sua história afetiva se torna cada vez mais complexa ao longo da série. Na terceira temporada, sua atração por mulheres ganha ainda mais espaço na trama.
5. Lexi Martine — SkyMed
Lexi Martine é uma piloto que trabalha em um serviço de ambulância aérea em SkyMed, drama médico e de emergência canadense. Interpretada por Mercedes Morris, a personagem é bissexual e vive um relacionamento com Stef ao longo da série. A produção acompanha profissionais que trabalham em situações de emergência e precisam lidar com os desafios pessoais e profissionais da rotina.
6. Miranda Hobbes — And Just Like That…
Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) retorna em “And Just Like That…” enfrentando uma fase de grandes mudanças pessoais. Depois de anos de casamento com Steve, ela se envolve com Che Diaz (Sara Ramírez) e começa a explorar uma parte de sua sexualidade que havia deixado de lado. A série acompanha esse processo sem transformar sua descoberta em algo instantâneo: Miranda passa por dúvidas, relações e novas experiências enquanto aprende a compreender melhor sua atração por mulheres.
7. Bradley Jackson — The Morning Show
Determinada, impulsiva e disposta a falar o que pensa, Bradley Jackson (Reese Witherspoon) é uma jornalista e âncora de The Morning Show, drama da Apple TV+. Sua bissexualidade é estabelecida na narrativa, incluindo seu relacionamento com Laura Peterson (Julianna Margulies) e relacionamentos com homens. A série se passa nos bastidores do jornalismo televisivo e também aborda relações de poder, carreira e vida pessoal.
8. Mabel Mora — Only Murders in the Building
Misteriosa, sarcástica e dona de um estilo impossível de ignorar, Mabel Mora (Selena Gomez) é uma das protagonistas de “Only Murders in the Building”. Ao lado de Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short), ela se envolve em uma série de investigações enquanto tenta descobrir mais sobre si mesma e sobre seus relacionamentos. Ao longo da série, Mabel se relaciona com homens e mulheres, incluindo seu romance com Alice Banks (Cara Delevingne), tornando sua bissexualidade parte natural de sua história.
9. Queen Maeve — The Boys
Também conhecida como Maggie Shaw, Queen Maeve é uma das principais super-heroínas de The Boys. Interpretada por Dominique McElligott, a personagem faz parte dos Sete e teve relacionamentos com homens e com Elena (Nicola Correia-Damude), sua ex-namorada. A série da Prime Video mistura ação, super-heróis e sátira para construir uma visão bastante crítica do poder e da indústria de heróis.
10. Vignette Stonemoss — Carnival Row
Vignette Stonemoss é uma fada e integrante de uma comunidade de seres mágicos marginalizados em Carnival Row. Interpretada por Cara Delevingne, a personagem mantém relações com homens e mulheres ao longo da produção. A série da Prime Video combina fantasia e drama em um universo marcado por conflitos entre humanos e criaturas mágicas, e sua segunda e última temporada foi lançada em 2023.
11. Space Beth — Rick and Morty
Space Beth é uma versão de Beth Smith em Rick and Morty, animação adulta que mistura ficção científica e comédia. A personagem é bissexual, assim como sua contraparte Earth Beth, e a sexta temporada, lançada em 2022, explora o relacionamento entre as duas versões de Beth. A produção acompanha as aventuras absurdas de uma família em meio a viagens interdimensionais e situações cada vez mais caóticas.
12. Kitty Song Covey — Com Carinho, Kitty
Romântica, impulsiva e acostumada a tentar juntar outras pessoas, Kitty Song Covey (Anna Cathcart) vai para a Coreia do Sul em “Com Carinho, Kitty” acreditando que finalmente viverá seu romance com Dae. Só que sua experiência em Seul também faz com que ela perceba que seus sentimentos por Yuri (Gia Kim) são mais do que amizade. A série acompanha justamente esse processo de descoberta, enquanto Kitty passa a entender sua bissexualidade sem precisar encontrar todas as respostas imediatamente.
13. Christine Chapel — Star Trek: Strange New Worlds
Christine Chapel é uma enfermeira da USS Enterprise e integrante da equipe médica de Star Trek: Strange New Worlds. Interpretada por Jess Bush, a personagem é bissexual, e a primeira temporada, lançada em 2022, revela que ela já teve relacionamentos com mulheres e homens. A produção da Paramount+ é uma série de ficção científica ambientada no universo de Star Trek e acompanha as aventuras da tripulação da Enterprise.
14. Luz Noceda — The Owl House
Luz Noceda é a protagonista bissexual de The Owl House, série animada de fantasia da Disney Channel. A personagem é uma adolescente dominicana-americana que chega a um mundo mágico e começa a aprender a praticar magia. Sua bissexualidade foi confirmada pela criadora Dana Terrace, e Luz desenvolve um relacionamento romântico com Amity Blight ao longo da história.
15. Vex’ahlia de Rolo — The Legend of Vox Machina
Vex’ahlia de Rolo é uma meia-elfa, arqueira e uma das integrantes do grupo de aventureiros Vox Machina em “The Legend of Vox Machina”. Ao lado de seu irmão gêmeo, Vax’ildan, e dos demais integrantes do grupo, ela se envolve em diferentes missões enquanto enfrenta criaturas, conflitos e ameaças que colocam o mundo mágico em risco.
16. Harley Quinn — Harley Quinn
Harley Quinn é a protagonista da série animada adulta que leva seu nome. Depois de sua separação do Coringa, a personagem constrói uma nova fase da vida e desenvolve seu relacionamento com Poison Ivy. Bissexual, Harley está no centro de uma produção da Max que mistura comédia, ação e super-heróis, com temporadas lançadas depois de 2021, incluindo a terceira em 2022 e a quinta em 2025.
17. Dina — The Last Of Us
Dina (Isabela Merced) é uma das personagens apresentadas na segunda temporada de “The Last of Us”. Conhecida por sua personalidade espontânea e por sua relação com Ellie (Bella Ramsey), ela também possui uma história afetiva que inclui relacionamentos com homens. Bissexual, Dina se torna uma personagem importante na jornada de Ellie em meio ao mundo devastado pela infecção e pelos conflitos entre diferentes grupos.
18. Toni Topaz — Riverdale
Toni Topaz, interpretada por Vanessa Morgan, é uma personagem bissexual de Riverdale. Integrante dos Southside Serpents, ela também atua como conselheira escolar e posteriormente se torna mãe. A série adolescente da The CW mistura drama e mistério e teve temporadas lançadas depois de 2021, incluindo a sexta e a sétima temporadas.
19. Carson Shaw — A League of Their Own
Carson Shaw é uma jogadora de beisebol interpretada por Abbi Jacobson em “A League of Their Own”. Casada com Charlie, ela começa a descobrir sua atração por mulheres depois de entrar para os Rockford Peaches e se envolver com Greta Gill (D’Arcy Carden). A série acompanha esse processo de descoberta enquanto Carson também precisa lidar com as expectativas colocadas sobre as mulheres em uma época em que seguir os próprios desejos nem sempre era uma possibilidade.
20. Ramona Flowers — Scott Pilgrim: A Série
Misteriosa, estilosa e dona de um passado amoroso bastante movimentado, Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead) é uma das protagonistas de “Scott Pilgrim: A Série”. A animação mostra seu relacionamento com Scott Pilgrim, mas também revela seu histórico de relações com outras mulheres, incluindo Roxie Richter. Bissexual, Ramona ganha ainda mais espaço para explorar sua própria história na adaptação da Netflix, que reimagina os acontecimentos dos quadrinhos de uma forma diferente.
Histórias diferentes, personagens diferentes
Uma super-heroína, uma jornalista, uma piloto, uma estudante universitária, uma sobrevivente, uma arqueira, uma adolescente em descoberta e até uma fada. As personagens desta lista mostram que não existe um único jeito de contar histórias sobre mulheres bissexuais. Elas aparecem em comédias, dramas, romances, animações, ficção científica, fantasia e histórias de ação — algumas com a sexualidade como parte importante da trama, outras simplesmente vivendo suas vidas e relacionamentos.
E essa diversidade também importa: quanto mais histórias diferentes chegam às telas, mais possibilidades existem para que outras pessoas se reconheçam nelas.
Visibilidade Bissexual | 10 personagens bissexuais das séries de TV
Visibilidade Lésbica (Parte 03) | 20 personagens lésbicas das séries de TV e streaming
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Baiana, designer e jornalista. Acredita que vive em seu próprio conto de fadas e se divide entre suas duas obsessões: livros de romance e séries teen.
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Visibilidade Lésbica (Parte 03) | 20 personagens lésbicas das séries de TV e streaming
Published
2 semanas agoon
10 de setembro de 2026
A televisão e o streaming têm ampliado cada vez mais o espaço para personagens LGBTQIA+, e isso também significa encontrar mulheres lésbicas ocupando os mais diferentes lugares nas histórias: protagonistas, coadjuvantes, heroínas, vilãs, adolescentes, adultas, profissionais, atletas e muito mais.
Para esta lista de 20 personagens lésbicas de séries de TV e streaming, consideramos produções que tiveram pelo menos uma temporada ou episódios lançados depois de 2021. Ou seja: a série não precisa necessariamente ter estreado a partir de 2022, mas a personagem precisa aparecer em uma produção com conteúdo lançado nesse período.
E tem de tudo por aqui. Comédia, drama, ficção científica, suspense, sobrevivência, policial, romance, musical, esporte e aventura. Algumas personagens estão no centro de suas histórias; outras aparecem em núcleos importantes. O ponto em comum é a presença de mulheres lésbicas em séries que continuam chegando ao público.
E esta não é a primeira parte da nossa seleção! Se você ainda não conferiu, aproveite para ler também a parte 01 e a parte 02 da lista, com outras personagens lésbicas que marcaram — e continuam marcando — as séries de TV e streaming.
1. Leighton Murray — A Vida Sexual das Universitárias

Popular, confiante e acostumada a esconder algumas partes de si mesma, Leighton Murray (Reneé Rapp) começa “A Vida Sexual das Universitárias” tentando manter sua sexualidade em segredo. Ao longo da série, ela passa pelo processo de se assumir lésbica e lidar com as expectativas da família e das pessoas ao seu redor. Sua trajetória também envolve relacionamentos, amizades e a construção de uma vida mais fiel a quem ela realmente é.
2. Roxie Alba — 9-1-1: Nashville

Em “9-1-1: Nashville”, Roxie Alba é uma paramédica e médica da Estação 113, interpretada por Juani Feliz. A série é um drama de emergência e faz parte da franquia 9-1-1. Roxie está entre as personagens principais do derivado e sua trajetória também inclui relacionamentos anteriores com mulheres. É uma opção para quem gosta de séries de emergência e quer encontrar representação lésbica dentro de uma história marcada por situações profissionais e dramáticas.
3. Liz — Elle

“Elle” é uma série adolescente da Prime Video que funciona como prequela de “Legalmente Loira”, e Liz é uma das amigas de Elle Woods (Lexi Minetree). Interpretada por Gabrielle Policano, a personagem é uma estudante de 16 anos e uma adolescente lésbica assumida. Sua sexualidade faz parte de quem ela é, mas não é apresentada como o único aspecto de sua personalidade. Para quem gosta de histórias adolescentes e quer conhecer uma nova personagem lésbica dentro do universo de Elle Woods, Liz é uma das opções desta lista.
4. Charlotte Keene — Silo
Charlotte Keene aparece na terceira temporada de “Silo”, série de ficção científica e drama pós-apocalíptico da Apple TV+. Interpretada por Jessica Brown Findlay, Charlotte é irmã de Daniel Keene (Ashley Zukerman). Sua história na terceira temporada envolve uma investigação relacionada ao acidente que sofreu enquanto trabalhava como piloto da Marinha. É uma personagem para quem gosta de ficção científica e narrativas pós-apocalípticas, especialmente quando a representação LGBTQIA+ aparece inserida em uma trama maior.
5. Ellen Gilbert — How I Met Your Father

Ellen Gilbert é uma personagem lésbica de “How I Met Your Father”, sitcom derivada de “How I Met Your Mother”. Interpretada por Tien Tran, Ellen é irmã adotiva de Jesse (Christopher Lowell) e chega a Nova York depois de passar por um divórcio. A personagem está tentando reconstruir sua vida e também sua relação com o irmão. Para quem gosta de sitcoms e histórias sobre amizades, relacionamentos e recomeços, Ellen é uma presença LGBTQIA+ dentro desse universo de comédia.
6. Ramona Campbell — Sterling Point

“Sterling Point” é uma série de comédia e romance da Prime Video lançada em 2026. Determinada, intensa e cheia de personalidade, Ramona Campbell, interpretada por Amélie Hoeferle, é uma das personagens centrais da produção e vive em uma ilha no Canadá. A série acompanha sua vida afetiva e também uma ligação familiar inesperada com Annie (Ella Rubin). É uma escolha para quem gosta de histórias jovens com romance e drama.
7. Carol Sturka — Pluribus
Carol Sturka (Rhea Seehorn) é a protagonista de “Pluribus”, série de ficção científica criada por Vince Gilligan. Em um mundo transformado por um fenômeno misterioso que altera profundamente a humanidade, Carol se encontra entre as poucas pessoas que permanecem diferentes. Além de enfrentar as consequências desse novo mundo, sua história também envolve sua relação com Helen (Miriam Shor), trazendo uma dimensão pessoal para uma trama marcada por questões de identidade, conexão e sobrevivência.
8. Mabel Elmsworth — Os Bucaneiros

“Os Bucaneiros” é um drama de época da Apple TV+ baseado na obra inacabada de Edith Wharton. Mabel Elmsworth, interpretada por Josie Totah, vive na Inglaterra do século XIX e se apaixona por uma mulher. Mabel mantém uma relação com Honoria (Mia Threapleton) e enfrenta as limitações sociais impostas a uma mulher queer naquele contexto histórico. Em meio a bailes, casamentos e regras da alta sociedade, Mabel vive uma história de amor que desafia aquilo que esperavam dela.
9. Laura Peterson — The Morning Show

Ambiciosa, talentosa e acostumada aos bastidores do jornalismo televisivo, Laura Peterson (Julianna Margulies) chega a “The Morning Show” como uma jornalista experiente e respeitada. A personagem também vive um relacionamento com Bradley Jackson (Reese Witherspoon), trazendo para a série uma história de amor entre duas mulheres adultas em meio às pressões da vida profissional e da exposição pública.
10. Taissa Turner — Yellowjackets
Taissa Turner é uma das sobreviventes do acidente aéreo que está no centro de “Yellowjackets”, série de drama, suspense e sobrevivência da Paramount+. A personagem é interpretada por Jasmin Savoy Brown na adolescência e por Tawny Cypress na fase adulta. Sua trajetória atravessa diferentes momentos da vida e combina o suspense e a sobrevivência da série com sua vida pessoal. Para quem gosta de histórias tensas, personagens complexas e narrativas que alternam diferentes períodos, ela é uma ótima personagem para conhecer.
11. Ellie Williams — The Last of Us

Corajosa, sarcástica e determinada a sobreviver, Ellie Williams (Bella Ramsey) é uma das protagonistas de “The Last of Us”. A série apresenta sua relação com Riley (Storm Reid) e, posteriormente, seu romance com Dina (Isabela Merced), mostrando diferentes momentos de sua vida afetiva em meio a um mundo devastado por uma pandemia. Ellie é uma das personagens lésbicas mais conhecidas dos games e ganhou uma nova dimensão com sua adaptação para a televisão.
12. Yuri Han — Com Carinho, Kitty
Yuri Han é uma das estudantes populares da escola KISS em “Com Carinho, Kitty”, série adolescente de comédia romântica da Netflix. Interpretada por Gia Kim, Yuri mantém um relacionamento com Juliana (Regan Aliyah). A personagem também está no centro de uma das relações importantes da série, enquanto Kitty (Anna Cathcart) passa por seu próprio processo de descoberta da bissexualidade e desenvolve sentimentos por Yuri. Para quem gosta de comédia romântica adolescente, triângulos amorosos e dramas escolares, Yuri é uma personagem que merece entrar na lista.
13. Tye Reynolds — Harlem
Tye Reynolds é uma personagem lésbica de “Harlem”, comédia dramática da Prime Video criada por Tracy Oliver. Interpretada por Jerrie Johnson, Tye é uma empreendedora negra que criou uma empresa de tecnologia e um aplicativo de relacionamentos voltado para pessoas LGBTQIA+. Independente, ambiciosa e emocionalmente reservada, Tye é uma personagem que combina sua vida profissional com suas questões pessoais. Para quem procura uma comédia dramática adulta com amizades, relacionamentos e personagens LGBTQIA+, “Harlem” é uma das opções desta lista.
14. Greta Gill — Uma Equipe Muito Especial
Greta Gill é uma das personagens principais de “Uma Equipe Muito Especial”, série de comédia dramática esportiva de 2022 inspirada na liga profissional de beisebol feminino dos Estados Unidos. Interpretada por D’Arcy Carden, Greta é jogadora dos Rockford Peaches e mantém um relacionamento com Carson Shaw (Abbi Jacobson). A personagem combina a vida esportiva com sua trajetória afetiva dentro de uma história situada no universo do beisebol feminino. Para quem gosta de séries de esporte, comédia dramática e romances entre mulheres, Greta é uma das personagens para colocar na lista.
15. Cynthia Zdunowski — Grease: Rise of the Pink Ladies
“Grease: Rise of the Pink Ladies” é uma série musical da Paramount+ ambientada em 1954, antes dos acontecimentos de “Grease”. Cynthia Zdunowski, interpretada por Ari Notartomaso, é uma estudante rebelde e uma das integrantes fundadoras das Pink Ladies. Cynthia é uma personagem lésbica e seu relacionamento com Lydia (Niamh Wilson) constitui um dos principais núcleos LGBTQIA+ da série. É uma escolha para quem gosta de musicais, histórias adolescentes e romances sáficos inseridos em uma narrativa de época.
16. Quinni Gallagher-Jones — Heartbreak High

Inteligente, autêntica e extremamente observadora, Quinni Gallagher-Jones (Chika Ikogwe) é uma adolescente autista que não tem medo de ser fiel à própria personalidade em “Heartbreak High”. Lésbica, ela vive relacionamentos e descobertas amorosas enquanto também enfrenta os desafios da adolescência e da convivência na escola. A série permite que Quinni seja muito mais do que sua sexualidade ou seu diagnóstico, construindo uma personagem complexa e cheia de personalidade.
17. KJ Brandman — Paper Girls
KJ Brandman é uma das quatro protagonistas de “Paper Girls”, série de aventura e ficção científica da Prime Video lançada em 2022. Interpretada por Fina Strazza na versão adolescente, KJ é uma das garotas de 12 anos envolvidas em uma guerra temporal depois de um fenômeno inexplicável. KJ é uma personagem lésbica e mantém um relacionamento com Mac Coyle (Sofia Rosinsky). A série mistura aventura, ficção científica e drama adolescente, sendo uma opção para quem procura representação LGBTQIA+ em uma história de viagem temporal e aventura.
18. Juliette Fairmont — First Kill
Juliette Fairmont é uma das protagonistas de “First Kill”, série dramática sobrenatural da Netflix. Interpretada por Sarah Catherine Hook, Juliette é uma jovem vampira que se envolve romanticamente com Calliope (Imani Lewis), uma caçadora de vampiros. A relação entre as duas está no centro da história, que transforma o romance entre elas em parte fundamental da narrativa. Para quem gosta de histórias sobrenaturais, vampiros e romances sáficos com um conflito central bem definido, “First Kill” é uma opção para conhecer.
19. Dulcie Collins — Deadloch

Dulcie Collins é uma sargento sênior da polícia em uma cidade fictícia em “Deadloch”, comédia policial australiana da Prime Video. Interpretada por Kate Box, Dulcie é uma personagem lésbica e é casada com Cath York (Alicia Gardiner). A série combina investigação criminal, humor e personagens LGBTQIA+, criando uma mistura bem diferente das outras produções desta lista.
20. Kate Whistler — NCIS: Hawai’i

Kate Whistler é uma agente do FBI e personagem lésbica de NCIS: Hawai’i, série de drama, crime e mistério. Interpretada por Tori Anderson, Kate mantém um relacionamento com Lucy Tara (Yasmine Al-Bustami), agente do NCIS. A personagem faz parte do elenco regular da série e sua história está inserida em uma produção policial e de investigação. Para quem gosta de casos criminais, investigações e séries procedurais com personagens LGBTQIA+, Kate é mais uma opção para colocar na lista.
Bônus:
Michaela — Bridgerton

Inteligente, determinada e dona de uma personalidade que não passa despercebida, Michaela Stirling (Masali Baduza) chegou a “Bridgerton” para mudar completamente a história de Francesca. Na série, Michaela é apresentada como prima de John Stirling (Victor Alli) e rapidamente desenvolve uma conexão especial com Francesca (Hannah Dodd). A personagem representa uma importante mudança em relação aos livros, já que a história de amor de Francesca passa a ser construída como um romance entre duas mulheres.
Moraine — A Roda do Tempo

Poderosa, misteriosa e uma das personagens mais importantes de “A Roda do Tempo”, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) é uma Aes Sedai determinada a impedir que o mundo seja destruído pelo retorno do Tenebroso. Ao longo da série, sua história também apresenta relacionamentos com mulheres, incluindo sua conexão com Siuan Sanche (Sophie Okonedo), com quem possui uma relação amorosa que atravessa anos de história e responsabilidades. Moiraine equilibra força, vulnerabilidade e poder em uma das fantasias mais populares do streaming.
Mais histórias, mais possibilidades de representação
Uma das coisas mais interessantes de olhar para uma lista como esta é perceber como personagens lésbicas podem existir em histórias completamente diferentes. Elas estão em universidades, redações de televisão, campos de beisebol, delegacias, escolas, mundos pós-apocalípticos e até histórias com vampiras e viagens no tempo.
E essa diversidade de gêneros também importa. Representação não precisa estar restrita a uma única fórmula ou fazer da sexualidade da personagem o único assunto de sua história. Existem personagens lésbicas vivendo romances, enfrentando problemas profissionais, participando de aventuras, sobrevivendo a catástrofes, investigando crimes e simplesmente sendo adolescentes.
Para quem está procurando novas séries para assistir ou quer ampliar a lista de personagens sáficas para conhecer, essas 20 produções mostram algumas das possibilidades que estão disponíveis na televisão e no streaming. E, claro, esta está longe de ser uma lista definitiva: existem muitas outras personagens e histórias que também merecem ser lembradas.
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5 séries médicas com representatividade sáfica
Published
4 semanas agoon
25 de agosto de 2026
Se você gosta de séries médicas e ainda procura histórias com personagens LGBTQIA+, essas cinco produções merecem a sua atenção. Algumas colocam o romance em destaque, outras exploram mais o desenvolvimento das personagens, mas todas têm algo em comum: entregam boas histórias dentro do universo da medicina.
Nurses

Diferente da maioria das séries do gênero, “Nurses: Plantão Enfermagem” deixa os médicos em segundo plano e acompanha o dia a dia dos enfermeiros. Isso faz com que a narrativa apresente um lado da profissão que raramente ganha destaque na televisão. Além dos casos médicos, a série também traz representatividade LGBTQIA+ de forma natural. Infelizmente, foi cancelada após apenas duas temporadas, deixando a sensação de que ainda tinha muito potencial para explorar.
SkyMed

Se você já cansou dos corredores de hospital, “SkyMed” oferece uma proposta diferente. A trama acompanha uma equipe de resgate aéreo que presta atendimento em comunidades remotas do Canadá, combinando muita ação, emergências e paisagens incríveis. O elenco conquista rapidamente e a série também inclui personagens sáficas entre suas histórias.
DOC

Uma das produções mais recentes da lista, “DOC” acompanha uma médica que perde parte da memória após um acidente e precisa reconstruir sua carreira e sua vida pessoal praticamente do zero. A série equilibra muito bem os casos médicos com o drama emocional das personagens, além de incluir representatividade LGBTQIA+ ao longo da narrativa.
New Amsterdam

“Hospital New Amsterdam: Toda Vida Importa” vai além dos diagnósticos e cirurgias ao discutir um sistema de saúde mais humano e acessível. Entre tantos personagens marcantes, a Dra. Lauren Bloom (Janet Montgomery) se destaca por sua complexidade, seus desafios pessoais e sua trajetória ao longo da série. Sua história é uma das mais envolventes da produção e contribui para a representatividade sáfica presente na trama.
Grey’s Anatomy

É impossível falar de séries médicas sem mencionar Grey’s Anatomy. Ao longo de mais de duas décadas, a série apresentou diversos casais LGBTQIA+, incluindo alguns dos romances sáficos mais marcantes da televisão. Entre perdas, reviravoltas, dramas e personagens inesquecíveis, continua sendo uma referência quando o assunto é série médica e representatividade.
E agora fica a pergunta: qual série médica com representatividade sáfica você incluiria nessa lista? Tem alguma que merece entrar na próxima maratona do LesB Out?
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Francesca Bridgerton e o desconforto de romper estereótipos
Published
8 meses agoon
6 de fevereiro de 2026
Francesca Bridgerton (Hannah Dodd) começou a ganhar mais destaque na produção da Netflix na terceira temporada, quando decide se casar com John Stirling (Victor Alli). A única exigência da personagem era se unir a alguém gentil e, ao conhecer John, o relacionamento dos dois causa certo estranhamento pelo longo período em que permanecem em silêncio na presença um do outro.
Na história original dos livros, após se casar com John, Francesca vive alguns anos de matrimônio até que ele falece, e ela acaba se envolvendo com seu primo, Michael Stirling. A série, no entanto, seguiu outro caminho: o interesse amoroso da personagem é apresentado no final da temporada como Michaela Stirling (Masali Baduza), uma mulher. Isso gerou um verdadeiro caos na internet, especialmente entre os fãs da obra original.

Mas por que a mudança na sexualidade da Francesca incomoda tanto?
Ela incomoda porque confronta uma fantasia muito específica que o público construiu sobre nós, mulheres que amam mulheres, e sobre como essa história deveria ser contada. Existe uma expectativa quase automática de que a personagem óbvia fosse Eloise. Afinal, interpretada por Claudia Jessie, Eloise é questionadora, verbal, crítica das normas sociais e desconfortável com o casamento. Quando essa leitura se impõe, ela revela mais sobre quem assiste do que sobre a narrativa: ainda esperamos que a mulher lésbica seja aquela que rejeita a feminilidade, o romance tradicional e a delicadeza; a que se opõe e rompe de forma explícita. O que muitos se esquecem é que essa possibilidade já está fora de cogitação, já que o interesse amoroso de Eloise foi apresentado ainda na primeira temporada.
Francesca Bridgerton faz o caminho oposto e é exatamente por isso que incomoda. E também por isso que ela é perfeita para esse papel. Ela performa a feminilidade com maestria: é discreta, educada, elegante, cuidadosa com as palavras e dona de um humor astuto e subversivo. Cumpre o roteiro esperado: casa-se, tenta, insiste, ocupa o lugar que lhe foi destinado. Ela segue tudo o que a sociedade impôs sobre o que uma lady deveria ser. E, ainda assim, algo não se encaixa. Não por falta de afeto, não por trauma, não por rebeldia. Francesca ama John profundamente, isso é perceptível. Mas existe a ausência de desejo no casamento, ou talvez eles simplesmente não se encaixem na cama, o que é totalmente possível. Essa é uma narrativa que desestabiliza os fãs da história de Francesca, que recorrem a justificativas rasas para tentar apagar uma história entre duas mulheres, uma história que pode, sim, carregar o desejo intenso que “Bridgerton” costuma entregar em suas temporadas.

Resenha | Cupidos não se apaixonam – o melhor livro da Clara Alves (até agora)
Ao deslocar essa descoberta para uma personagem como Francesca, “Bridgerton” toca em um ponto sensível: a ideia de que mulheres femininas, silenciosas e aparentemente “bem ajustadas” também podem viver a heterossexualidade compulsória e que, muitas vezes, só conseguem nomeá-la depois de cumprir todas as expectativas colocadas sobre elas e ainda assim sentir que algo falta. Esse sentimento só nasce quando existe desconforto. E mudança exige desconforto. Ninguém nasce sabendo sua sexualidade, nem mesmo em uma história ambientada no século XIX.
Não se trata de “mudar” a sexualidade da personagem, mas de revelar algo que nunca teve espaço para existir antes. Isso confronta uma lógica narrativa muito comum: a de que mulheres sáficas precisam ser anunciadas cedo, de forma clara e quase pedagógica, para que sejam validadas.
E talvez seja isso que mais incomode: essa história não está ali para ensinar, justificar ou tranquilizar o público. Ela simplesmente existe e lembra que nem toda mulher que ama mulheres é visível, óbvia ou fora do padrão. Algumas só descobrem quando percebem que viver o roteiro certo ainda pode significar viver a vida errada.

Review | Olympo – Primeira Temporada
Uma adaptação sempre será uma adaptação. Se você quer a história original, o livro continua lá, intacto. Se você quer decidir por nós qual é a personagem ideal para ser lésbica ou bissexual, por favor, não faça. Aceite sua insignificância. E, para finalizar, não diga que já existem inúmeras produções com personagens sáficas se amando e que há espaço em outros lugares, porque não há. Ou essas produções são constantemente canceladas, ou suas personagens são mortas, ou terminam sozinhas, sem explicações óbvias (sim, estou falando de Robin (Maya Hawke) em “Stranger Things”).
Nós vamos, sim, ver em “Bridgerton” uma mulher se envolvendo com outra mulher e explorando o desejo. E, se você não gosta, simplesmente não assista. O que vocês não têm é o direito de decidir o que é melhor para nós.
No fim, o desconforto não é com Francesca. É com a quebra de um estereótipo que muita gente ainda não está pronta para abandonar.
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